Quem é Juliana Bassetto, que morreu após nadar em piscina de academia na zona leste de SP

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Quem é Juliana Bassetto, que morreu após nadar em piscina de academia na zona leste de SP



Procurada, a direção da Academia disse lamentar profundamente o ocorrido. O caso foi registrado como morte suspeita e perigo para a vida ou saúde

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Pelo menos três pessoas passaram mal após participarem de aulas de natação em uma unidade da rede C4 Gym no Parque São Lucas, zona leste de São Paulo. Entre elas está Juliana Faustino Bassetto que morreu no último sábado, 7, após uma dessas atividades.

Professora, Juliana tinha 27 anos e era casada com Vinícius de Oliveira, que também participou de uma aula e está internado em estado grave. Nas redes sociais, a mulher se apresentava como docente e integrante da comunidade espírita.

“Hoje seus alunos oram por você para que descanse em paz e amor, amamos você”, diz uma homenagem publicada no Instagram.

Procurada, a direção da Academia C4 GYM disse lamentar profundamente o ocorrido. O caso foi registrado como morte suspeita e perigo para a vida ou saúde no 6º DP (Santo André) e será investigado pelo 42º DP (Parque São Lucas).

O velório de Juliana ocorreu na manhã desta segunda-feira no Velório Avelino, Jardim Avelino, e o enterro às 14h, no Cemitério Quarta Parada.

FUNCIONÁRIO DA ACADEMIA

Segundo a Polícia Civil, o manobrista da academia C4 Gym, no Parque São Lucas, na zona leste de São Paulo, onde uma mulher morreu após ter contato com a água da piscina, era responsável pela manutenção e limpeza.

A unidade foi interditada preventivamente pela Subprefeitura de Vila Prudente nesta segunda-feira, 9, após ser constatado “situação precária de segurança”.

Em entrevista à GloboNews, o delegado Alexandre Bento, titular do 42° Distrito Policial, e responsável pelo caso, disse que a polícia tenta localizar o manobrista. “Não localizamos o manobrista que seria o responsável pela lavagem da piscina. A pessoa que faz a mistura dos produtos”.

A suspeita inicial é de que houve uma mistura de produtos químicos que causou a dispersão de gases no ambiente e intoxicou os alunos. Segundo Bento, esse gás tóxico provocou “asfixia, queima das vias aéreas e bolhas no pulmão das vítimas. Estamos tentando entender quais produtos e em qual proporção foram usados”, explicou o delegado.

A perícia apura se houve erro na dosagem de produtos químicos ou o uso de substâncias irregulares na manutenção. De acordo com testemunhas, os alunos sentiram um forte cheiro químico na água, seguido de sintomas como queimação nos olhos e episódios de vômito.

 



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