Casos foram identificados no Pará e no Mato Grosso do Sul; um é importado e outros seguem em investigação, após alerta da OPAS e da OMS
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O Brasil identificou quatro casos do subclado K de influenza A (H3N2), conhecida popularmente como gripe K, e isso levou o Ministério da Saúde a intensificar as ações de vigilância epidemiológica do vírus. A medida ocorre após alerta emitido pela Organização Pan-Americana da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), que aponta aumento de casos e de internações por gripe no Hemisfério Norte associados a essa variante, especialmente em países da América do Norte, Europa e Ásia.
Até o momento, um dos casos registrados no País é importado, identificado no Pará e associado a viagem internacional, enquanto outros três foram detectados no Mato Grosso do Sul e seguem em investigação para confirmação da origem.
Leia também: O que é a “gripe K”, nova mutação do vírus da gripe identificada no Brasil
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
A amostra do caso do Pará foi analisada pela Fiocruz, no Rio de Janeiro, laboratório de referência nacional. Já as amostras do Mato Grosso do Sul foram processadas pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.
Em ambos os casos, os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) dos Estados realizaram a identificação inicial do vírus e encaminharam o material para os laboratórios de referência nacional para sequenciamento genético, conforme os protocolos de vigilância.
A vigilância da influenza no Brasil é realizada por meio do monitoramento contínuo de casos de síndrome gripal e de síndrome respiratória aguda grave (srag). As ações incluem identificação e diagnóstico precoces, investigação e notificação imediata de eventos respiratórios incomuns, além do fortalecimento das medidas de prevenção e da ampliação do acesso a vacinas e antivirais para os grupos de risco.
Tem vacina para gripe k?
As vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) oferecem proteção contra formas graves da gripe, inclusive aquelas causadas pelo subclado K. Os grupos mais vulneráveis ao vírus permanecem os mesmos já contemplados como prioritários nas campanhas de vacinação.
Segundo o Ministério da Saúde, a hesitação vacinal observada em países da América do Norte tem contribuído para a maior circulação do vírus, especialmente em contextos de baixa adesão à imunização.
Além da vacinação, o SUS disponibiliza gratuitamente antiviral específico para o tratamento da gripe, indicado principalmente para os públicos prioritários. Essa estratégia funciona como medida complementar para reduzir o risco de agravamento dos casos.
A adesão à vacinação segue sendo a principal forma de prevenir quadros graves e diminuir hospitalizações.
Entenda a gripe K
A gripe é causada pelo vírus influenza, sendo o tipo A o mais frequentemente associado a surtos e a quadros de maior gravidade. O subclado K corresponde a uma variação genética da Influenza A (H3N2) e não se trata de um vírus novo.
Até o momento, não há evidências de que essa variante esteja relacionada a maior gravidade dos casos. O que se observa é uma circulação mais intensa e antecipada em relação ao padrão esperado no Hemisfério Norte, o que resulta em aumento do número de internações.
Qual é o sintoma da gripe K?
Os sintomas da gripe k permanecem os já conhecidos da gripe, como febre, dor no corpo, tosse e cansaço, com atenção especial para sinais de agravamento, como falta de ar e piora rápida do quadro clínico.
A vacinação ofertada anualmente em todo o País é a principal estratégia para evitar casos graves e hospitalizações. Também são recomendadas medidas adicionais, como o uso de máscara por pessoas com sintomas, higienização das mãos e ventilação adequada dos ambientes.
Cenário epidemiológico
Em 2025, o Brasil apresentou um comportamento fora do padrão da influenza A (H3N2), com aumento de casos no segundo semestre, antes mesmo da identificação do subclado K no País. Esse movimento teve início na região Centro-Oeste e, posteriormente, espalhou-se para Estados de outras regiões.
Atualmente, as regiões Centro-Oeste e Sudeste já mostram queda nos casos de srag associados à influenza, enquanto Norte e Nordeste ainda apresentam tendência de crescimento.
No cenário internacional, segundo a Opas, o subclado K tem registrado crescimento acelerado na Europa e em diversos países da Ásia, onde já representa uma parcela significativa das amostras de influenza A (H3N2) analisadas.
Na América do Norte, Estados Unidos e Canadá também observam aumento sustentado da circulação do vírus. Até o momento, não há evidências de padrão semelhante na América do Sul.
O acompanhamento do cenário internacional integra as avaliações semanais do Ministério da Saúde e é divulgado no Informe Epidemiológico Semanal da Vigilância das Síndromes Gripais, que reúne dados sobre influenza, covid-19 e outros vírus respiratórios de relevância em saúde pública.
/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2607269536.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)






/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cavalgada-no-sitio-recanto.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)




/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2607269536.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)




