Leitor aponta que as obras realizadas pela Prefeitura do Recife nos subúrbios têm qualidade inferior aos dos bairros “mais nobres” da cidade
Publicado em 05/10/2024 às 5:03
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Fundo partidário
O Fundo Partidário foi criado para evitar a concorrência desleal entre candidatos ricos e pobres. Contudo, essas cifras vultosas têm sido destinadas sob o interesse dos “caciques” dos partidos. A distribuição dos valores ficou dentro de critérios bastante subjetivos. Geralmente, os detentores de mandato e os mais famosos dispõem da maior parte dos recursos. Que na próxima eleição a legislação evolua, estabelecendo critérios objetivos para a justa distribuição do dinheiro, que é público, vindo dos impostos.
Célio Cruz, por e-mail
Qualidade do serviço da ‘Calçada Legal’ é questionada por moradores
É nítido que o padrão da “Calçada Legal”, uma excelente iniciativa da Prefeitura do Recife, tem sua execução conforme a renda média do local. Nos bairros mais “nobres” como Jaqueira, Rosarinho, Casa Forte e Parnamirim, os moradores e comerciantes têm direito a calçadas bem acabadas, com bloco intertravado de concreto ou pedras portuguesas e com alegretes para as árvores. Já nas calçadas de bairros menos “nobres”, como Iputinga e Cordeiro, temos calçada de cimento grosso, sem direito a alegrete para as árvores e, muitas, inclusive, estão morrendo por conta disso. Diferença de tratamento.
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Wlademir de Moura, por e-mail

Qualidade do serviço da ‘Calçada Legal’ é questionada por moradores – WLADEMIR DE MOURA / VOZ DO LEITOR
Organizações criminosas
Nos últimos atos de campanha, nos mais diversos municípios brasileiros, observamos a escalada da violência contra candidatos, grupos políticos e eleitores. Verificamos através de operações da Polícia Federal que o crime organizado tem investido pesado para eleger candidatos que se estabelecerão nos níveis municipais, ocorrendo também nos demais níveis. É o crime organizado se estruturando e criando um Estado paralelo e que será dominante num futuro próximo, onde seremos reféns das regras da organização. Devemos cobrar que as autoridades evitem que o nosso País não seja tomado pelas organizações criminosas, a exemplo de países próximos, ou será muito tarde e doloroso se libertar das entranhas contaminadas em todos os poderes.
Hailton Araújo, por e-mail
Conflito árabe-israelense
A influência das comunidades árabes e israelenses fora da região é frequentemente subestimada, embora seus papéis nas políticas dos países em que residem sejam fundamentais. As diásporas, ao se estabelecerem em novas terras, mantêm laços culturais e indenitários que transcendem fronteiras. Essas comunidades não apenas preservam suas tradições, mas também atuam como agentes de mudança política e social, influenciando decisões que reverberam na dinâmica do conflito no Oriente Médio. O engajamento político dessas populações pode moldar narrativas e estratégias, impactando a percepção internacional sobre a região. Assim, a interação entre as diásporas árabe e israelense e os contextos políticos locais é um fator crucial, muitas vezes negligenciado, que merece atenção nas análises da política regional contemporânea.
Luciano de Oliveira, por e-mail
Orla de Fortaleza
O investimento feito na orla das praias de Iracema e Meireles, em Fortaleza, valeu muito a pena. Tem de tudo à disposição de moradores e turista: calçadão foi ampliado, espaço para atividades físicas, bares e restaurantes dos mais variados, quiosques bem conservados, as principais avenidas com videomonitoramento e com velocidade controlada por radares, ou seja, nada de carros e motos fazendo racha como na Avenida Boa Viagem, e, para fechar com chave de ouro, a cada 500 metros, um posto policial… Com policiais de fato garantindo a segurança do espaço público. Fiquei hospedado na beira-mar e, por vezes, fui caminhando para os restaurantes, retornando após às 22h também andando, e me senti extremamente seguro, pois toda a avenida estava movimentada com as diversas atrações disponíveis. Já aqui no Recife, não temos absolutamente nada na orla da Praia de Boa Viagem. Um calçadão mal cuidado, iluminação pública precária, avenida escura, sem policiamento fixo e muito menos rondas, além da falta de atrações gastronômicas e de lazer. Recife ficou para trás em relação as demais capitais do Nordeste.
Rafael Batista, por e-mail
Investimento não visto
Há décadas, os bilionários investimentos em saneamento e abastecimento de água são anunciados em Pernambuco, mas continuamos a desperdiçar enorme quantidade de água, pagar por um saneamento pouco entregue e ainda ver poluir os nossos restritos mananciais hídricos com esgoto sem tratamento. Apesar desse absurdo, nossos governantes – inclusive a atual governadora – continuam insistindo em manter uma empresa de saneamento e abastecimento de água: a ultrapassada; a incapaz de atender a demanda; e a extremamente cara para o bolsos do contribuinte pernambucano chamada Compesa, que não passa de um sumidouro de dinheiro público.
Marco Wanderley, por e-mail
Justiça paraense
A Justiça do Pará não foi tão complacente quanto a Justiça pernambucana. Isso porque o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) determinou a soltura de 216 pessoas que foram presas após os confrontos violentos entre torcidas organizadas durante a última semana, mas decidiu manter a prisão de 23 envolvidos no caso. Já os 23 torcedores que continuarão presos estão envolvidos em crimes mais graves, como associação criminosa e lesão corporal. O TJPA justificou, ainda, que a manutenção das prisões preventivas é necessária para assegurar a ordem pública e evitar novos atos de violência. O detalhe é que um dos que se encontram presos é o líder da principal torcida uniformizada do Sport, envolvido no ataque ao ônibus do Fortaleza, no jogo pela Copa do Nordeste.
Eduardo Amorim, por e-mail



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