Um dos líderes da torcida pró-Raquel no PT disse que entende a inquietação dos demais no sentido de ver a governadora disputando junto com Lula
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Quem foi ao Palácio das Princesas esta quinta-feira quando a governadora Raquel Lyra anunciou a criação do Fundo Estadual de Segurança Alimentar com aporte de R$ 12,9 milhões e firmou compromisso de suporte a 62 cozinhas solidárias que fornecem refeições gratuitas no estado, todas elas comandadas por organizações da sociedade civil, saiu convicto de que o discurso mais entusiasmado de apoio às ações do Governo do Estado na área social foi de uma petista, a deputada estadual Rosa Amorim. Rosa faz parte da bancada do PT na Assembléia Legislativa composta por três deputados, hoje definida como da base do Governo, e para a qual as portas do Palácio estão sempre abertas.
– “Rosa estava tão eufórica que deu para sentir nos vídeos o sorriso de satisfação da vice-governadora Priscila Krause”- comentou, em tom de ironia, um líder petista que prefere o apoio do partido ao prefeito João Campos. O discurso de Rosa coincidiu com declarações dadas pelo presidente estadual do PT, deputado federal Carlos Veras, interpretadas como uma cobrança à governadora da ala petista pró-Raquel – Veras é ligado ao senador Humberto Costa – no sentido de que ela se defina ainda este ano sobre a eleição de 2026.
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Sinais claros
Esses petistas desejam que a governadora anuncie o apoio ao presidente Lula ou dê sinais mais claros nesse sentido para ficarem mais confortáveis dentro da legenda, hoje divida entre os que preferem o prefeito João Campos, concentrados sobretudo no Recife, e os que desejam um alinhamento ao projeto de Raquel, espalhados por todo o estado, incluindo atuais e ex-prefeitos.
Em sua entrevista, publicada esta sexta-feira pelo blog de Alberes Xavier, Veras cobra uma “posição mais firme da governadora junto ao Governo Federal pois este diálogo será determinante para o futuro do estado. Tenho dito – continua o deputado – que se ela quer continuar sendo governadora é melhor governar Pernambuco com Lula presidente. Então é bom que ela também nos ajude a elegê-lo”. Nas declarações ele cita o fato de Raquel não ter acompanhado o presidente em sua última visita ao estado, mantendo uma programação previamente agendada no interior. Por coincidência os dois iam estar este final de semana em Fernando de Noronha mas a agenda de Lula foi modificada por conta da Cop 30 mas ele foi representado pelo ministro das minas e energia, Alexandre Silveira.
Decisão difícil
Um deputado estadual ligado à governadora diz que “dificilmente ela vai resolver isso ainda este ano, com o quadro eleitoral indefinido e confuso não só nível local como a nível nacional”. Para ele “é natural que não só o PT mas outros partidos cobrem dela uma clareza maior na área política mas isso não é do seu estilo. Ela pensa muito antes de decidir-se sobre coisas mais corriqueiras, imagine em termos eleitorais e com um país dividido ao meio como acontece atualmente”.
O que está inquietando os petistas pró-Raquel – eles não escondem isso em conversas reservadas – é o receio de que, na demora, o partido acabe mesmo fechando com o prefeito João Campos, que é presidente nacional do PSB, legenda que quase sempre disputa eleições em coligação com o PT. O maior exemplo é o fato de Lula ser presidente e ter como vice Geraldo Alackmin, ex-PSDB, mas que se filiou ao PSB com o objetivo claro de unir as duas agremiações em 2022, na disputa contra o então presidente Jair Bolsonaro.
Manifestações locais
Um dos líderes da torcida pró-Raquel no PT disse a este blog que entende a inquietação dos demais no sentido de ver a governadora disputando junto com o presidente Lula mas pondera, pedindo anonimato: “todos sabemos que esta questão vai ser resolvida a nível nacional mas claro que as manifestações locais vão ser levadas em conta no momento de bater o martelo”.
A respeito disso, não foi à-toa que o presidente nacional do PT, Edinho Silva, que esteve no Recife para a posse de Carlos Veras como presidente estadual da legenda, declarou à imprensa na ocasião que não há ainda uma posição nacional à respeito do estado de Pernambuco. Disse que o PT resolverá isso na hora adequada e levando em conta a necessidade de reeleger o presidente Lula. A cúpula petista torce para que o presidente possa ter dois palanques em Pernambuco como forma de fortalecer mais a legenda no estado como acontece atualmente na Bahia e no Ceará, estados governados pelo PT há muitos anos e onde Lula vem tendo maior percentual de votos do que em Pernambuco, sua terra natal.
Isso pode dar certo? Só o tempo dirá?
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