No momento a representação do partido está restrita a uma cadeira, ocupada pelo deputado federal Carlos Veras, atual primeiro secretário da Câmara
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O PT de Pernambuco que, em 2022, surpreendeu elegendo a primeira mulher senadora do estado – a então deputada estadual Teresa Leitão – decidiu apostar no reforço ao grupo feminino do partido para aumentar sua bancada na Câmara Federal em 2026. No momento a representação do partido está restrita a uma cadeira, ocupada pelo deputado federal Carlos Veras, atual primeiro secretário da Câmara e eleito recentemente presidente estadual da legenda.
As apostas, segundo a direção do partido, estão concentradas na deputada estadual Rosa Amorim, ligada ao MST mas com votos expressivos na Região Metropolitana; nas vereadoras do Recife Liana Cirne e Kari Santos; e na vereadora de Olinda Eugênia Lima. Dessas quatro só Liana tem experiência em disputa federal pois foi candidata a deputada em 2022 e é atual primeira suplente da Federação PT/PV/PCdoB na Câmara. Há dois anos ela teve 57.300 votos e nove entre dez petistas apostam que tem capacidade de ampliar bastante essa votação. Como não conseguiu assumir na Câmara Federal, Liana disputou a reeleição para vereadora no ano passado e foi a sétima mais votada dos 39 eleitos, com 14.800 votos.
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Rosa Amorim é a primeira deputada estadual do MST eleita em Pernambuco. Teve 42.632 votos em 2022, sendo, para surpresa de todos, 60% deles na Região Metropolitana, dos quais 14 mil no Recife. Defensora dos sem-terra mas dos direitos humanos em geral – sobretudo da comunidade LGBTQIA + – ela conseguiu em 2024 eleger dois vereadores em Caruaru. Um deles teve 5 mil votos e o segundo – Edilson MST – teve 3.200 votos. Kari Santos é uma jovem influencer que disputou seu primeiro mandato em 2024 elegendo-se vereadora do Recife com 9.321 votos. Eugênia Lima ficou em segundo lugar na eleição para vereador de Olinda no ano passado quando teve 7.110 votos.
À espera de definições
Apesar de constarem na relação de líderes petistas como os senadores Humberto Costa e Teresa Leitão e o deputado federal Carlos Veras, elas admitiram a este blog que desejam participar do pleito mas aguardam para 2026 mais definições quando o partido sentar para eleger suas prioridades. “Estou trabalhando bastante na Câmara de Vereadores como sempre faço, mas, nos finais de semana, tenho ido ao interior. Em 2022 me concentrei mais na Região Metropolitana, mas agora preciso conquistar votos em outras regiões”- afirma Liana que é professora universitária e tem muito vínculo com as universidades.
MST deseja
Rosa Amorim registra que o MST “tem forte interesse em participar da ampliação da bancada do PT no Congresso e já vem trabalhando com este objetivo há muito tempo”. Ela é filha de Jaime Amorim, um dos principais líderes do movimento em Pernambuco há mais de uma década. Ela destaca que hoje o MST não trabalha só no campo mas também nas cidades com o que chama de “trabalho territorial de combate à fome”. Com o reforço na agricultura familiar o grupo tem produzido alimentos orgânicos vendidos em feiras das grandes e médias cidades para sustentação das famílias beneficiadas.
Kari e Eugênia
Muita ativa nas redes sociais que a levaram a uma expressiva votação no Recife na qual teve o apoio também do deputado estadual e ex-prefeito João Paulo Silva, Kari Santos se propõe, caso seja eleita deputada federal – é cotada também para estadual – “enfrentar os bolsonaristas na Câmara e defender o presidente Lula”. Decidida, pontua: “a missão que o PT me der eu vou cumprir”. Eugênia Lima, que tem o apoio da senadora Teresa Leitão, diz que está disposta a enfrentar a missão recebida do partido : “ aqui em Olinda sou eu sozinha na oposição da Câmara. Não tenho como deixar de disputar em 2026”.
Cautela
A senadora Teresa Leitão é uma entusiasta do grupo e acredita no poder de fogo das três para ajudar o partido a ampliar sua bancada feminina, mas sugere cautela: “é preciso analisar direitinho os cenários com a certeza de que quem não se viabilizar para federal pode disputar o mandato de estadual. O PT teve um certo tempo duas mulheres na Assembleia mas hoje só tem uma que é Rosa.” Para a Alepe, o partido já tem como certa a candidatura da professora Ivete Caetano, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Educação de Pernambuco. Pode ter outra candidata, a atual deputada estadual Dani Portela, do PSOL, que pode se filiar à legenda na janela partidária de abril.
Pergunta que não quer calar
Quantas deputadas federais o PT pode eleger em Pernambuco em 2026?
E-mail: redacao@blogdellas.com.br/terezinhanunescosta@gmail.com




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