O tamanho da mobilização pode definir a narrativa da direita sobre anistia e elegibilidade de Bolsonaro às portas da eleição de 2026.
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Este feriado de sete de setembro de 2025 será o mais relevante da história para os bolsonaristas. E há dois motivos principais para isso. Um é o julgamento que tem o ex-presidente como réu. O outro motivo é a proximidade das eleições de 2026 e a necessidade de medir forças com o lulopetismo.
Desde 2019, quando Jair Bolsonaro assumiu a Presidência, a data foi reabilitada no calendário político. Voltou a ganhar peso como momento de ocupação das ruas e demonstração de força política, especialmente em 2021 e 2022, quando manifestações robustas marcaram o período, em especial às vésperas das eleições.
Mesmo após a derrota eleitoral de Bolsonaro, o simbolismo do sete de setembro permaneceu como ponto de convergência para seus apoiadores. Mas com a derrota na eleição de 2022, o público dessas manifestações foi diminuindo. Faltava tração para fomentar assuntos que levassem as pessoas às ruas. Não falta mais.
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Julgamento em curso
O cenário de 2025 amplia relevância da data. O ato ocorre em meio ao julgamento de Jair Bolsonaro, interrompido na quarta-feira (3) e com retomada prevista para a terça-feira (9). Embora em prisão domiciliar, e ausente fisicamente, Bolsonaro domina o ambiente político deste feriado cívico.
A expectativa é de condenação a mais de 30 anos, podendo chegar a 43 anos, por crimes que incluem tentativa de golpe e tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito. O calendário do julgamento adiciona tensão ao contexto.
Na próxima terça, Alexandre de Moraes abre a votação, seguido por Flávio Dino. Luís Fux deve votar entre terça e quarta, enquanto Carmen Lúcia e Cristiano Zanin concluem o processo, com previsão de encerramento até sexta-feira, 12 de setembro.
A manifestação, portanto, se insere na antevéspera de uma decisão histórica e exerce pressão política e simbólica sobre os ministros e sobre agentes políticos que voltaram a discutir com mais força um projeto de “anistia”.
Disputa nas ruas
Paralelamente, o governo Lula tenta disputar protagonismo nas ruas, mas suas últimas mobilizações foram frágeis e pouco expressivas. Apesar de a presença bolsonarista ter diminuído em número desde os picos de 2022, ainda supera com folga a capacidade de mobilização da esquerda nas ruas. O contraste reforça a percepção de que a direita mantém vantagem na ocupação do espaço público.
Com a proximidade das eleições, o governo petista precisa começar a medir força nas ruas e deve incentivar bastante a participação popular nos desfiles, além das mobilizações que assumem o discurso de defesa da “soberania brasileira”, contra o “alinhamento do bolsonarismo” com os EUA.
Se as manifestações bolsonaristas deste domingo não conseguirem chamar a atenção, estando tão próximo da eleição, sua influência será ainda mais questionada para o pleito que se aproxima.
Impactos políticos
Para os bolsonaristas, o sete de setembro de 2025 é oportunidade crucial. A data vai servir para medir o fôlego político, projetar a ideia de força popular e sustentar pautas como anistia, defesa de Bolsonaro e até mesmo a possibilidade de sua elegibilidade em 2026.
Trata-se de um termômetro sobre a capacidade da direita em manter coesão e influência diante de um julgamento que pode redefinir os rumos do bolsonarismo.
Para os apoiadores de Jair Bolsonaro e para a direita brasileira, será o sete de setembro mais importante da história.
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