Processo contra Roman Polanski por agressão sexual é arquivado após acordo

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Processo contra Roman Polanski por agressão sexual é arquivado após acordo


O diretor franco-polonês Roman Polanski não irá mais a julgamento por uma suposta agressão sexual que teria ocorrido nos anos 1970, disse o advogado do cineasta nesta terça-feira (22).

O último processo contra o diretor de “O Pianista”, que envolvia uma acusação de estupro, deveria ir a julgamento em um tribunal civil em Los Angeles em agosto do próximo ano, mas foi retirado.

Segundo o advogado, o caso foi resolvido de forma satisfatória para ambas as partes. Por isso, foi formalmente arquivado.

A ação, movida no ano passado, alegava que Polanski levou uma adolescente para jantar em um restaurante em Los Angeles, em 1973. Ele supostamente deu tequila para ela. Quando começou a se sentir tonta, a levou para sua casa, onde o cineasta a teria forçado a ter relações.

“Ela disse a ele: ‘por favor, não faça isso'”, afirmou a advogada da autora da ação, Gloria Allred. “Ela alega que ele ignorou seus pedidos. Ela também alega que o réu Polanski tirou as roupas da autora e a agrediu sexualmente, causando imensa dor física e emocional, além de sofrimento”, acrescentou.

Polanski, vencedor do Oscar e agora com 91 anos, é uma figura controversa. Alguns no mundo do cinema exaltam seu gênio criativo, enquanto outros insistem em que ele sempre foi um predador sexual.

O diretor admitiu ter violentado Samantha Geimer, de 13 anos, em um acordo judicial em 1977 para evitar um julgamento por acusações mais graves.

No entanto, ele fugiu dos Estados Unidos para a França no ano seguinte, após passar 42 dias na prisão, quando um juiz estava reconsiderando sua liberação. Geimer posteriormente defendeu Polanski e, no ano passado, foi fotografada com ele.

Em maio deste ano, um tribunal francês absolveu Polanski em um caso de difamação da atriz britânica Charlotte Lewis, após ela ter acusado o diretor de estuprá-la quando ela era adolescente. O cineasta sempre negou as acusações.



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