SAÚDE OCULAR
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Nesta quarta-feira (07) é celebrado o dia do oftalmologista, profissionais alertam para a importância das consultas preventivas
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Miopia, astigmatismo, hipermetropia. Essas são algumas das principais doenças oculares prevalentes no Brasil e no mundo. E para o tratamento ser efetivo há algo que não pode ser negligenciado: a consulta frequente ao oftalmologista, que inclusive, deve ser realizada desde o início da vida.
Um levantamento da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) revelou que 11,6% dos entrevistados nunca consultaram um oftalmologista depois de adultas.
Isso porque, o primeiro contato que se tem com a saúde ocular é através do teste do olhinho, que deve ser feito nos recém-nascidos. Nesta quarta-feira (07) é celebrado o dia do oftalmologista, profissionais alertam para a importância das consultas preventivas.
“Assim que a criança nasce, o próprio teste do olhinho é muito importante. Nesse teste é possível identificar algumas doenças precocemente, como catarata e glaucoma congênito ou até doenças mais raras como o retinoblastoma”, explicou o oftalmologista Durval Valença Filho, durante participação no videocast Saúde e Bem-Estar, do Jornal do Commercio.
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Quando ir ao ofatlmologista?
O especialista ainda destaca que a primeira consulta oftalmológica ocorra ainda entre o primeiro e quarto ano de vida.
Henrique Rocha, presidente Sociedade Goiânia de Oftalmologia (SGO), reforça a informação trazida por Dr. Druval Valença. “É importante as crianças frequentarem o oftalmologista independentemente de queixas ou não. Porque, por exemplo, a criança pode ter um olho que funciona muito bem e outro que não e ela nunca soube dessa diferença porque ela nasceu desse jeito”, alerta.
O presidente explica que, se esse olho não for estimulado até os 10 anos de idade, pode se desenvolver uma condição chamada ambliopia. Trata-se de um olho que é estruturalmente normal, mas que não desenvolveu o potencial de visão no cérebro. Após essa fase, não é mais possível reverter o quadro ou estimular a visão desse olho.
Frequência
Após essa fase inicial, a regularidade das consultas se torna essencial. “Em geral, a consulta de rotina deve ser anual em adultos saudáveis, mas a frequência recomendada varia com a idade e com a saúde ocular do paciente.”, explica Henrique Rocha, presidente da Sociedade Goiana de Oftalmologia (SGO).
Durante o VideoCast Saúde e Bem-Estar, o Dr. Durval Valença destacou que para adultos jovens a frequência deve ser a cada dois anos, para o exame oftalmológico e anualmente para adultos a partir de 40 anos.
Sinais de alerta
Rocha também elenca os sinais de que é preciso procurar um oftalmologista: dificuldade para enxergar de perto ou de longe, visão turva ou embaçada, visão dupla, manchas escuras na visão, sensibilidade à luz, cores desbotadas, dor intensa nos olhos, vermelhidão, coceira, sensação de queimação, inchaço, olhos secos, lacrimejamento excessivo e dores de cabeça constantes.
Assista ao VideoCast Saúde e Bem-Estar sobre saúde ocular



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