Agora, o IPCA-15 acumula variação de 3,26%, no ano, e de 4,95% em 12 meses – ainda acima do teto da meta de inflação, que é de 4,5%
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
Prévia da inflação oficial no País, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) saiu de uma elevação de 0,33%, em julho, para deflação de 0,14% em agosto, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira, 26.
A última vez que isso aconteceu foi em julho de 2023 (recuo de 0,07%). Agora, o IPCA-15 acumula variação de 3,26%, no ano, e de 4,95% em 12 meses – ainda acima do teto da meta de inflação, que é de 4,5%.
Apesar do resultado, o recuo dos preços na prévia de agosto foi menos intenso do que o previsto por analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), que apontavam para uma deflação mediana de 0,21%.
Para o economista-chefe da gestora G5 Partners, Luis Otávio de Sousa Leal, os dados foram um “choque de realidade” em parte do mercado financeiro, que estava ficando otimista com a desaceleração das expectativas de inflação divulgadas no Boletim Focus, do Banco Central.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Segundo ele, está claro que a inflação não caminha para o cenário “catastrófico” projetado no início do ano, mas uma convergência rápida ao centro da meta de inflação (3%) também ainda parece distante. “Um bom motivo para não se animar muito com as perspectivas de um corte de juros ainda em 2025”, apontou Leal, em nota.
Os números de agosto evidenciam que há uma perda de força da inflação no País, mas que esse processo se dará de forma irregular, avaliou o economista do ASA Leonardo Costa. “Mantemos a expectativa de desaceleração gradual da inflação, mas esse IPCA-15 evidencia que o arrefecimento é irregular, especialmente nos serviços, refletindo uma desaceleração ainda tímida da atividade doméstica e a resiliência do mercado de trabalho.”
Variações de preços por grupos de produtos
Em agosto, as famílias gastaram menos com quatro dos nove grupos de produtos e serviços que integram o IPCA-15:
- alimentação e bebidas (-0,53%);
- habitação (-1,13%);
- transportes (-0,47%);
- comunicação (-0,17%).
Os aumentos foram registrados em:
- educação (0,78%);
- artigos de residência (0,03%);
- saúde e cuidados pessoais (0,64%);
- vestuário (0,17%);
- despesas pessoais (1,09%)
Energia foi a grande influência na queda
A energia elétrica residencial caiu 4,93% em agosto, item de maior alívio no mês, com uma contribuição de -0,20 ponto porcentual. O gasto das famílias com alimentação e bebidas recuou em agosto pelo terceiro mês consecutivo.
A alimentação no domicílio diminuiu 1,02%, com reduções:
- na manga (-20,9%);
- batata-inglesa (-18,77%);
- cebola (-13,83%);
- tomate (-7,71%);
- arroz (-3,12%);
- carnes (-0,94%).
Já a alimentação fora de casa aumentou 0,71%: a refeição fora subiu 0,40%, enquanto o lanche avançou 1,44%.
Na direção oposta, o maior vilão do orçamento no mês foi o subitem jogos de azar, que subiu 11,45%, devido ao reajuste feito em 9 de julho. Em saúde, houve pressão dos aumentos nos itens de higiene pessoal (1,07%) e em plano de saúde (0,51%). Já os gastos com educação foram impulsionados por aumentos nos cursos regulares (0,80%).


/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2609777995.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)



/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2609798488.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)







/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2609777995.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)


