No boletim de ocorrência, vítima contou que militares fizeram ameaças de prendê-lo caso quantia não fosse paga. Caso está sendo investigado
Publicado em 04/10/2024 às 12:32
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Os motoristas que seguem para as praias do Litoral Sul de Pernambuco, sobretudo nesse período de maior movimentação, precisam redobrar o alerta. Um turista procurou a Delegacia de Porto de Galinhas para denunciar que policiais militares o abordaram e cobraram dinheiro para que ele não fosse multado.
A queixa foi registrada na última quarta-feira (2). Segundo o relato, o turista e a esposa seguiam da praia de Maragogi, em Alagoas, com destino a Posto de Galinhas. A abordagem aconteceu na PE-09, em Nossa Senhora do Ó, distrito de Ipojuca.
No boletim de ocorrência está descrito que os policiais militares, que estavam em uma viatura, determinaram que o carro parasse. Eles então perguntaram se o o turista, ao volante, havia consumido bebidas alcoólicas nas últimas horas.
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A vítima confirmou que havia bebido vinho na noite anterior. O policial teria dito que o bafômetro detecta o álcool mesmo depois de 12 horas e que se o motorista se recusasse a fazer o teste, seria multado.
Segundo a vítima, logo depois os policiais começaram a falar sobre o valor da multa (R$ 2.934,70) e “possíveis transtornos”, como ter que arrumar um outro motorista para levar o carro. Mais adiante, os policiais disseram que estavam dispostos a “ajudar”.
PEDIDO DE DINHEIRO VIA PIX
Nesse momento, ainda de acordo com a queixa, os policiais teriam cobrado 50% do valor da multa para liberar o casal. Sem acordo, os PMs teriam insistido para que os turistas pagassem ao menos R$ 500.
Com medo, o motorista pediu para a esposa fazer um PIX, mas ela se recusou. Irritado, o PM teria levado a mulher até a viatura e mostrado a mala, dizendo que o turista poderia ser preso.
Os celulares do casal descarregaram, e a transferência não foi feita. Os PMs passaram um número de CNPJ, dizendo ser a chave do PIX, e determinaram que o pagamento fosse realizado até as 19h daquele dia, caso contrário o motorista seria multado.
QUEIXA NA DELEGACIA DE PORTO DE GALINHAS
Após o ocorrido, a vítima procurou um advogado e registrou a queixa na Delegacia de Porto de Galinhas por concussão. Também repassou os dados da placa da viatura policial.
O crime de concussão consiste em exigir, direta ou indiretamente, vantagem indevida. Em caso de condenação, a pena prevista é de dois a oito anos de prisão, além de multa.
A coluna Segurança entrou em contato com as assessorias das polícias Civil e Militar, mas ainda não teve resposta sobre o caso.
COMO DENUNCIAR?
As vítimas de crimes cometidos por policiais podem procurar a Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS) para denunciar os casos. O prédio fica na Avenida Conde da Boa Vista, nº 428, no bairro da Boa Vista, área central do Recife. O funcionamento é 24 horas.
As denúncias também podem ser feitas por e-mail: denuncia@corregedoria.sds.pe.gov.br. A outra opção é entrar em contato pelo telefone: 3184-2772.

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