Interpretação do STF sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet tem cheiro de censura, efeitos de censura, mas os ministros juram que não é censura
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Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
CENSURA NA BIROSCA
Do tempo em que eu frequentava “pé-inchado”, lembro-me de um, na BR-060, já chegando em Goiânia (GO), animado por música ao vivo e com um letreiro escrito numa placa de madeira: “É proibido dançar agarradinho, mas se quiser, pode”.
A TIRANIA
O voto da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) tem um quê do conteúdo da placa da Boate Azul: “Censura é proibida constitucionalmente, é proibida eticamente, é proibida moralmente, é proibida eu diria até espiritualmente. Mas não [se] pode, também, permitir que nós estejamos numa ágora [praça pública] em que haja 213 milhões de pequenos tiranos soberanos. Soberano é o Brasil, soberano é o Direito brasileiro.” Parafraseando a ambos: Censurar é proibido — mas se quiser, pode”.
DANDO O TROCO
Enquanto o Congresso Nacional joga o governo na lona, a Polícia Federal — subordinada ao Ministério da Justiça — avança nas investigações de denúncias de corrupção envolvendo verbas de emendas parlamentares. Operação da PF, autorizada pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), encontrou maços de notas de R$ 100 e de R$ 50 guardados em uma gaveta As cifras estavam guardadas em maços de R$ 100 e R$ 50 em uma gaveta na residência do ex-prefeito de Paratinga (BA) Marcel Carneiro de Carvalho (PT).
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NO ESCURINHO
Deputados e senadores da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência marcaram para a quarta-feira (2) audiência secreta com o diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa. Servidores da agência pedem a cabeça de Corrêa após seu indiciamento pela Polícia Federal por “obstrução de justiça” no episódio conhecido como “Abin Paralela”.
MATEMÁTICA
Ao se abster de votar no projeto de lei complementar (PLP) — após a norma ser modificada pelo Senado Federal — o deputado Mendonça Filho (União Brasil-PE) justificou que, “se votasse tanto sim como o voto não”, aumentaria contribuindo para aumentar o número de deputados. Na primeira votação, em 6 de maio, antes de o PLP ir ao Senado, Mendonça havia votado contra a criação de 18 assentos no Parlamento.
DESAFIANDO A INTERPOL
A deputada licenciada Carla Zambelli (PL-SP) está na lista vermelha da Interpol, mas não se intimidou: gravou um vídeo convocando os “patriotas e apoiadores” a estarem presentes no ato da avenida Paulista, no domingo (29), “em favor dos presos e exilados como eu”.
P.S.
Nunca é demais lembrar: se quiser, Lula pode derrubar o projeto que aumentou de 513 para 531 o número de deputados federais. Mas aí — convenhamos — isso seria comprar briga com a maioria dos parlamentares.
PENSE NISSO!
Tão logo eu soube que o Planalto decidiu recorrer ao STF na tentativa de reverter a derrota com a queda do decreto do IOF, logo me veio à mente a “Epopeia de Gilgámesh” antigo poema da Mesopotâmia.
Rei de Uruk, pequena cidade da Suméria, Gilgámesh era um guerreiro com um certo senso de tirania. Um dia, é confrontado com Enkidu, um brutamontes local. Encurtando a história: Gilgámesh e Enkidu tornaram-se amigos para, juntos, derrotarem dois “monstros”: Humbaba e o Touro Celeste.
Bom seria, para o governo — e para o país também — se o presidente Lula aproveitasse o fim de semana, inspirado nesta coluna, se aboletasse numa poltrona com o livro e dissecasse a Epopeia de Gilgámesh. Recomendo a tradução feita pelo professor Jacyntho Lins Brandão.
Pense nisso!


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