Os dados, da FGVCemif, da Fundação Getulio Vargas, mostram uma forte relação entre o uso do Pix e a taxa de alfabetização nos municípios brasileiros
JC
Publicado em 17/07/2025 às 15:47
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Uma nova pesquisa do Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira (FGVCemif) da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) revela que o Pix se consolidou como o meio de pagamento mais frequente na rotina dos brasileiros. O estudo, intitulado “Geografia do Pix”, aponta que a população de até 29 anos é a que mais utiliza a ferramenta mensalmente.
Os dados, referentes a 2024, mostram uma forte relação entre o uso do Pix e a taxa de alfabetização nos municípios. Em locais com maior índice de alfabetização, a adesão ao Pix é maior (57,10%) e o valor médio das transações é mais alto (R$ 231,43). Por outro lado, a pesquisa constatou que a frequência de uso mensal é maior em municípios com índices de alfabetização mais baixos.
Pix é mais usado em municípios de baixa renda
Lauro Gonzalez, coordenador do FGVcemif e um dos autores do estudo, explica a diferença no padrão de uso. “Nos municípios mais ricos e alfabetizados, a adesão ao Pix é maior. Entretanto, nos mais pobres, ele é mais usado. Isso pode ocorrer porque usuários de maior renda têm à sua disposição uma diversidade maior de meios de pagamento além do Pix, como cartões, TED etc, ou seja, a intensidade do uso do Pix tende a ser maior na baixa renda”, afirma.

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