Violência é maior preocupação das famílias de classe baixa e média, enquanto corrupção é tema que mais preocupa classe alta; dados são de 2024
Publicado em 16/02/2025 às 13:55
| Atualizado em 16/02/2025 às 18:31
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O preço dos alimentos nos mercados subiu sob a perspectiva de todas as classes sociais, de acordo com uma pesquisa da Quaest divulgada neste domingo (16).
A perspectiva está presente nas classes baixa (79%), média (80%) e alta (79%). Seguindo essa mesma ordem, uma minoria acredita que caiu (9, 7 e 6%, respectivamente). Já a resposta “ficou igual” registrou 11, 12 e 14 pontos, respectivamente.
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O mesmo vale para o valor das contas de água e luz, com 69% (classe baixa), 66% (média) e 64% (alta).
Os resultados têm como base pesquisas nacionais domiciliares realizadas no ano de 2024 com amostras de 2.000 respondentes e uma margem de erro de 2 pontos percentuais. As classes sociais foram consideradas de acordo com a renda familiar mensal reportada.
Piora na economia
A percepção de que a economia do Brasil piorou nos últimos 12 meses também é presente em todas as classes – 37 pontos entre a classe baixa, 41 entre a classe média e 47 na classe alta.
A resposta “ficou do mesmo jeito” aparece com 30, 31 e 29 pontos, respectivamente. Já a visão de que a situação econômica melhorou aparece com 29 e 25 entre classes baixa e média, caindo para 21 pontos entre a classe alta.
Maiores preocupações do brasileiro
A maior preocupação das famílias de classe baixa, média e alta é a violência, com 16, 14 e 15 pontos, respectivamente. Apenas entre a classe alta, a preocupação com o tema “corrupção” supera a violência, com 16 pontos.
A corrupção também aparece no topo das preocupações da classe baixa (10 pontos) e da classe média (13 pontos). A fome e a miséria também são temas quase unânimes, com 12, 10 e 9 pontos.
Identificação com grupos políticos
A pesquisa também perguntou sobre a identificação da população com os grupos políticos do País.
A resposta “não tem posicionamento” registrou 31 pontos na classe baixa e 32 na classe média. Já na classe alta, a resposta “não é bolsonarista, mas mais à direita” foi a mais repetida, com 29 pontos.
O grupo político “lulista/petista” aparece com 28 pontos entre a classe baixa e 16 pontos na classe média.
Outro dado relevante é que o número de pessoas que se identificam “mais à direita, sem ser bolsonarista”, esteve acima da “esquerda, sem ser lulista” em todas as classes sociais: 14 (baixa), 22 (média) e 29 (alta).
Confiança nas instituições
Entre as instituições citadas na pesquisa, o Congresso Nacional é o que menos recebe a confiança da população, com mais de 50% de desconfiança entre todas as classes.
As que mais recebem confiança são as igrejas católica e evangélica, seguidas pelos militares, todos com mais de 68% de respostas positivas.

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