Apesar do resultado positivo, a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, aponta para uma desaceleração na economia nacional
JC
Publicado em 02/09/2025 às 21:46
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*Com Estadão Conteúdo
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025, em comparação com o trimestre anterior, totalizando R$ 3,2 trilhões. Com esse resultado, a economia nacional atinge o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar do resultado positivo, a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, aponta para uma desaceleração na economia. “Era um efeito esperado a partir da política monetária restritiva (alta nos juros) iniciada em setembro do ano passado”, explica.
O crescimento foi impulsionado principalmente pelos setores de Serviços (+0,6%) e Indústria (+0,5%), que compensaram a pequena queda na Agropecuária (-0,1%). Pela ótica da demanda, o Consumo das Famílias avançou 0,5%, enquanto os Investimentos recuaram 2,2%. As exportações subiram 0,7%, e as importações caíram 2,9%.
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Setores em destaque
Serviços: O setor, que também atingiu um patamar recorde, foi o principal motor do crescimento, com alta disseminada em diversas atividades. Destaques para Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (+2,1%), Informação e comunicação (+1,2%) e Transporte, armazenagem e correio (+1,0%).
Indústria: O setor teve um bom desempenho puxado pelo crescimento de 5,4% nas Indústrias Extrativas. No entanto, atividades como a Indústria de Transformação (-0,5%) e Construção (-0,2%), mais dependentes de crédito, sofreram retração.
Consumo das Famílias: O aumento de 0,5% no consumo das famílias foi fundamental para sustentar o crescimento do PIB. Rebeca Palis atribui esse resultado ao “crescimento dos salários reais e à manutenção dos programas governamentais de transferência de renda”.
Comparação anual
Na comparação com o mesmo período do ano anterior (segundo trimestre de 2024), o PIB brasileiro cresceu 2,2%. Nesse recorte, a Agropecuária se destaca com um crescimento de 10,1%, impulsionado por colheitas recordes de milho e soja. O setor de Serviços teve alta de 2,0%, e a Indústria, de 1,1%.
Pela ótica da demanda anual, o Consumo das Famílias (+1,8%) e os Investimentos (+4,1%) foram os principais responsáveis pelo resultado. As exportações e importações de bens e serviços também cresceram, 2,0% e 4,4% respectivamente, contribuindo para o balanço positivo.
RANKING INTERNACIONAL
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve o 32.º melhor desempenho no segundo trimestre de 2025 em um ranking de crescimento que considera as informações de 49 países, segundo a agência de classificação de risco Austin Rating.
Entre os países com desempenho melhor do que o do Brasil no período, estão China (1,1%), Israel (0,9%), Estados Unidos (0,8%), México (0,6%) e Colômbia (0,5%).
O avanço brasileiro foi idêntico ao do Chile, Hong Kong, Letônia, Hungria e Reino Unido. No topo da lista com melhor desempenho porcentual no último trimestre, aparece a Indonésia, que cresceu 4%, seguida de Taiwan.
O Brasil deve encerrar o ano de 2025 se mantendo como a 10.ª maior economia do mundo, posto que deve preservar em 2026, conforme as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) compiladas pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini A melhor posição alcançada pelo Brasil no ranking foi a 7.ª, entre 2010 e 2014.
Em valores, entre os dez países com o melhor desempenho na economia no trimestre passado, destaque para a Índia, com US$ 4,187 trilhões. O país subiu uma posição no ranking da Austin e ultrapassou o Japão, cuja economia fechou o último trimestre em US$ 4,186 trilhões.

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