Justiça Federal de Minas Gerais também determinou o bloqueio de R$ 1,5 bilhão e suspensão das atividades das empresas envolvidas no esquema
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A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (17), uma operação para apurar um esquema de corrupção envolvendo órgãos públicos da área ambiental e de mineração que gerou um lucro de R$ 1,5 bilhão. As suspeitas envolvem servidores públicos da Agência Nacional de Mineração (ANM) e do Iphan, além de órgãos estaduais do governo de Minas Gerais.
A ação prendeu um diretor da ANM em Brasília, Caio Mário Trivelatto Seabra Filho, sob suspeita de corrupção, um ex-diretor, Guilherme Santana Lopes, é alvo de prisão e a sede do órgão foi alvo de busca e apreensão.
De acordo com a PF, Caio Mário e os outros suspeitos atuaram em um processo com o objetivo de favorecer uma das empresas investigadas, a AIGA Mineração, em troca do recebimento de propina.
“Também foi identificado que Caio atuou junto à Procuradoria Federal Especializada da ANM para influenciar manifestações jurídicas em favor da AIGA, mesmo após decisão judicial contrária aos interesses do grupo. Tais condutas evidenciam sua participação ativa na estrutura da organização criminosa, contribuindo para a manipulação de decisões administrativas e jurídicas em benefício de interesses privados, em prejuízo à legalidade e à imparcialidade da administração pública”, escreveu a PF.

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