Pernambuco mantém 19ª posição no ranking nacional, avança em solidez fiscal, educação e infraestrutura, mas perde em desigualdade social
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O Ranking de Competitividade dos Estados, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), mostrou que Pernambuco permaneceu na 19ª colocação nacional. Embora tenha avançado em pilares como solidez fiscal, infraestrutura, segurança pública e educação, o estado ainda sente os efeitos de anos de perdas graduais no índice geral.
“Pernambuco não avançou e ficou na 19ª posição. Olhando para trás, em 2015 o estado estava na 13ª colocação e foi perdendo fôlego ao longo do tempo, piorando gradualmente até chegar ao resultado atual”, diz a executiva de Relações Governamentais e Competitividade do CLP, Carla Marinho.
Segundo Carla, é importante observar a competição relativa entre os estados. “Por ser um ranking, é importante olhar para a melhora relativa. A estagnação, por si só, não significa que o estado não tenha avançado em alguns pontos. O que pode acontecer muitas vezes é que outros estados acabam avançando mais fortemente”, destaca.
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Avanços e desafios
Entre os destaques, Pernambuco apresentou melhorias em infraestrutura, acompanhando uma tendência regional, já que vários estados do Nordeste subiram cerca de três colocações. “Na segurança pública, que é um grande desafio para o país e especialmente para os estados do Nordeste, Pernambuco conseguiu avançar. É um pilar difícil de subir, mas houve um movimento de melhoria”, ressalta Carla.
Na educação, Pernambuco segue como referência nacional. A frequência líquida do ensino fundamental subiu 11 posições, o ensino médio 4 posições, a taxa de atendimento infantil 2 posições e o índice de oportunidade da educação também melhorou. O IDEB manteve-se estável, enquanto o desempenho no Enem teve queda.
Mesmo assim, “a avaliação geral da educação manteve Pernambuco na primeira posição entre os estados”, destacou Carla.
Sustentabilidade social: avanços e quedas
O pilar de sustentabilidade social trouxe um retrato misto. “A redução da população abaixo da linha da pobreza foi muito significativa, já que o estado tinha quase metade da população em situação de pobreza e extrema pobreza”, explica Carla.
Por outro lado, os indicadores de desigualdade de renda, trabalho infantil e exclusão na infância tiveram queda expressiva, impactando o resultado geral.
Importância da solidez fiscal
Carla também ressaltou a relevância do avanço fiscal: “No caso de Pernambuco, houve essa variação. Existem pilares que mostram recuperação, como o de solidez fiscal, que é relativamente pesado dentro do ranking. Manter as contas organizadas é o que sustenta as políticas públicas, permitindo ao estado ampliar sua capacidade de investimento e planejar novas ações”, conclui.
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