O arte-educador e contador de histórias pernambucano Guga Bezerra foi um dos grandes destaques da 9ª edição do Prêmio Baobá 2025, considerado o “Oscar dos Contadores de Histórias” do Brasil. Realizado no último fim de semana (10 a 12 de julho) em Belém do Pará, o evento homenageia profissionais que fortalecem a arte da narração e da leitura, e Guga foi o único representante de Pernambuco entre os indicados.
“Eu estou numa alegria imensa, numa felicidade constante e numa emoção que me toma a toda hora. Receber um prêmio a nível nacional como o Prêmio Baobá é algo que nem chegava à minha mente”, declarou o pernambucano, emocionado com o reconhecimento.
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Para Guga, a homenagem vai além do mérito pessoal. “Só não venho eu, mas trago comigo as vozes que me contaram histórias durante minha trajetória e tantas outras que encontro no meu fazer de contador de histórias, de mediador de leitura, de alguém que trabalha em biblioteca”, afirmou.
A cerimônia da 9ª edição do Prêmio Baobá teve um cenário inusitado e poético: aconteceu a bordo do Iate Borari, navegando pelo Rio Guamá durante o entardecer amazônico, reunindo representantes de 14 estados brasileiros.
Ao celebrar sua participação no evento, Guga Bezerra ressaltou a conexão com suas raízes. “Vim para esta terra das encantarias, trazendo no peito o meu lugar, a oralidade do meu povo, as belezas da minha amada ilha de Fernando de Noronha”, disse, celebrando a troca de experiências com a cultura amazônica.
O prêmio é uma iniciativa que busca valorizar e dar visibilidade a contadores de histórias, mediadores de leitura, escritores e todos que promovem a palavra oral e escrita no país, abrindo mercado e reforçando a importância cultural e social dessa arte.
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