Após pressão de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, Panamá encerra de vez acordo econômico com a China nesta quinta-feira (6)
Publicado em 06/02/2025 às 23:17
| Atualizado em 06/02/2025 às 23:39
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O presidente do Panamá, José Raúl Mulino, anunciou nesta quinta (6), que seu país efetivou a saída do acordo econômico da Rota da Seda com a China, após pressão dos EUA para reduzir a influência chinesa no Canal do Panamá.
O anúncio foi feito quatro dias depois da visita ao Panamá do secretário de Estado, Marco Rubio, que reafirmou as ameaças de Donald Trump de que os EUA tomariam o controle do canal, caso a influência chinesa não fosse contida.
Mulino negou que a pressão dos EUA tenha influenciado a decisão e assumiu a responsabilidade por retirar o país da iniciativa, que contempla o financiamento de projetos de infraestrutura com fundos chineses. “Essa é uma decisão que eu tomei”, afirmou.
Renovação
Após se reunir com Rubio, no último domingo (2), Mulino havia antecipado que deixaria expirar o acordo assinado em 2017 pelo então presidente Juan Carlos Varela. O país foi o primeiro da América Latina a aderir ao acordo, após romper laços com Taiwan e reconhecer o governo chinês. Na época, a adesão foi acompanhada pelo anúncio de e investimentos em estradas e pontes.
O acordo é renovado a cada três anos de forma automática (a próxima seria em 2026), mas prevê que “pode ser rescindido por qualquer uma das partes” notificando a outra com três meses de antecedência. Mulino disse ontem que a Embaixada do Panamá em Pequim apresentou o documento às autoridades locais. “Eu não sei quem incentivou, na ocasião, a assinar isso com a China”, disse. “O que isso trouxe para o Panamá em todos estes anos?”
O porta-voz da chancelaria chinesa, Lin Jian, disse na quarta-feira que a cooperação entre China e Panamá se desenvolvia com “normalidade” e esperava que os panamenhos resistissem “às interferências externas”.
Em meio à pressão do governo Trump, EUA e Panamá emitiram declarações conflitantes ontem sobre o acesso ao Canal do Panamá. Primeiro, o Departamento de Estado disse que todas as taxas seriam dispensadas para navios americanos. Algumas horas depois, o Panamá respondeu que nenhum acordo havia sido fechado.
O anúncio do governo americano sobre a isenção de taxas veio na forma de uma breve postagem nas redes sociais, que não forneceu mais detalhes além de dizer que o acordo “economizaria milhões de dólares por ano para os EUA”, embora não estivesse claro se a economia seria mesmo significativas.
A Autoridade do Canal do Panamá respondeu dizendo que nenhum ajuste desse tipo havia sido feito nos pedágios ou direitos de trânsito para navios do governo dos EUA. Trump há muito tempo reclama que o Panamá cobra demais dos navios militares dos EUA para atravessar o canal construída pelos americanos, mesmo que as embarcações da Marinha paguem taxas iguais às de outros países.
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