Os sinais da doença que fez Adriane Galisteu perder 60% da audição

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp
Os sinais da doença que fez Adriane Galisteu perder 60% da audição


A apresentadora Adriane Galisteu revelou durante uma entrevista ao podcast PodCringe que perdeu cerca de 60% da audição devido à otosclerose, uma doença que afeta o ouvido.

A otosclerose é caracterizada pelo enrijecimento dos ossos do ouvido, que dificulta a transmissão dos sons ao cérebro, podendo levar à perda auditiva gradual, zumbido e tontura.

O distúrbio não tem causas totalmente compreendidas pela medicina, mas algumas teorias apontam para um quadro autoimune, predisposição genética ou por infecções virais.

Adriane Galisteu revela diagnóstico de doença otosclerose

O que é a otosclerose?

A otosclerose compromete o processo de audição, onde o som normalmente faz o tímpano e uma série de ossos vibrarem até atingir a cóclea, o órgão responsável pela audição.

No caso da otosclerose, forma-se uma placa de osso que dificulta essa passagem do som, resultando na perda gradual da audição.

Em alguns casos, há também comprometimento neurosensorial, reduzindo o impulso nervoso que transmite o som ao cérebro.

Quais são os sintomas mais comuns da otosclerose?

Galisteu mencionou que, além da perda auditiva, enfrenta dificuldades de equilíbrio e um incômodo zumbido. Outros sintomas frequentes da otosclerose incluem perda auditiva progressiva e tontura.

Adriane Galisteu destacou que os sintomas não são fáceis de se acostumar, especialmente o zumbido constante.

“É uma doença horrível, que você não sabe de onde ela veio, para onde ela vai, e os médicos também não sabem”, disse a apresentadora.

A doença, que pode afetar mais mulheres do que homens, geralmente se manifesta na fase adulta. O diagnóstico é realizado por meio de exames como a audiometria, que avalia o nível de perda auditiva.

Existe tratamento para a otosclerose?

Apesar da ausência de cura definitiva, existem opções para tratar os sintomas da otosclerose. Medicamentos que diminuem a densidade mineral óssea, o uso de aparelhos auditivos e a cirurgia de estapedotomia são algumas alternativas.

Os aparelhos auditivos ajudam a personalizar a intensidade e frequência do som para o paciente, sendo uma solução eficiente.

Já a cirurgia remove o osso enrijecido e o substitui por uma prótese, restaurando a audição em muitos casos. No entanto, a cirurgia envolve riscos, como a possibilidade de perda total da audição se houver complicações.

A otosclerose, embora rara, pode impactar significativamente a qualidade de vida, e a busca por tratamentos mais eficazes continua sendo um desafio na medicina.





Source link

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
Pocket
WhatsApp

Nunca perca uma notícia importante

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *