Patti Smith, que canta no Cultura Artística, em São Paulo, no fim deste mês, terá jornada dupla na cidade. Junto com o grupo Soundwalk Collective, ela mostra instalações e vídeos na Casa Iramaia, antiga residência desenhada pelo modernista Gregori Warchavchik nos Jardins e um dos espaços da galeria Mendes Wood DM.
Nos ambientes sonoros, Smith usa a voz para declamar poemas que se misturam a sons da natureza. Já os filmes contrastam fogo e água, um deles com imagens de incêndios desde o dia em que a artista nasceu, na década de 1940, em Chicago, e outro com versos cantados por ela ao longo de uma viagem pelo rio Amazonas, numa reflexão sobre nossa relação cada vez mais estremecida com o ambiente ao redor.
Essa exposição abre a programação da galeria em São Paulo neste ano. Em paralelo, estão ainda em cartaz mostras dos brasileiros Anna Bella Geiger e Paulo Monteiro, no espaço da casa na Barra Funda. Nesta semana, em sua sede em Bruxelas, a galeria abre uma mostra da artista americana Mira Schor e, no mês que vem, o também brasileiro Antonio Obá abre sua individual na Mendes Wood DM de Paris e o tcheco Vojtěch Kovařík exibe seus trabalhos no espaço da Barra Funda.
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