Instrumento central na história da música brasileira, o tambor agora inspira uma série de artistas visuais do país numa mostra no mês que vem em Marrakech. Os trabalhos de Biarritzzz, Bonikta, Cássio Markowski, Herbert Amorim, Mônica Ventura, e No Martins, junto de peças do francês Alexis Peskine e do angolano Blackson Afonso, vão estar na Fondation Montresso em paralelo à feira 1-54.
O evento, também realizado em Londres e Nova York, tem na metrópole marroquina a sua versão de maior impacto, já que se dedica à arte contemporânea africana e acontece no próprio continente de origem de seus artistas.
“Diáspora do Tambor”, organizada por Oswaldo Carvalho, ocupa uma grande galeria no centro de arte. Nas palavras do curador, a mostra investiga as dimensões históricas, simbólicas, sensoriais e materiais do instrumento que também estrutura ritos, festas e a memória coletiva no diálogo entre Brasil e diversos países africanos.
Dois dos artistas de sua seleção, Biarritzzz e Bonikta, aliás, estiveram na última Bienal do Mercosul, no ano passado, em Porto Alegre, mostra organizada por Raphael Fonseca que imaginou o mundo em estado de ebulição ou à beira do colapso, uma das mais potentes daquela temporada.
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