Opinião – Plástico: Masp bate seu recorde e arrecada R$ 3,4 milhões em festança com Pabllo Vittar

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Opinião – Plástico: Masp bate seu recorde e arrecada R$ 3,4 milhões em festança com Pabllo Vittar


Os patronos do museu, grande parte ligada a bancos e indústrias que respondem pelo PIB do país, e fashionistas e celebridades pinçadas para uma presença VIP na festa do Museu de Arte de São Paulo, o Masp, não quiseram tirar muito o pé do chão, como pedia a anfitriã da noite, uma platinada Pabllo Vittar no palco construído no subsolo do prédio-monumento de Lina Bo Bardi. O que saiu do chão na boate modernista improvisada há uma semana na avenida Paulista foi o faturamento do jantar de gala, que bateu R$ 3,4 milhões, um valor recorde em uma década de festança.

É difícil fazer uma comparação com outras edições do evento patrocinado há três anos pela grife Chanel, já que o museu não divulga esses dados, mas é um tanto maior que só uma gota no oceano de um orçamento de R$ 63 milhões anuais da instituição, embora a sua direção prefira pensar a festa mais como celebração do maior museu de arte do país e momento de engajamento com apoiadores do que uma passada de chapéu.

Desde o seu surgimento, a festa do Masp arrecadou R$ 20,4 milhões e recebeu cerca de 8.000 pessoas. Pelo palco, passaram Anitta, Criolo, Gilberto Gil, Marisa Monte, entre outros. Nesta última edição, o convite individual custava R$ 5.500, e mesas iam de R$ 55 mil, sem vista para o show, a R$ 85 mil, com visão privilegiada dos agudos de Pabllo Vittar.

CHEGADAS Esta última edição da festa marca a chegada de Paulo Vicelli, ex-Pinacoteca, como novo diretor de comunicação do Masp.

E PARTIDAS Sua estreia no museu coincide com a saída da ex-vice-presidente Juliana Sá, antes cotada para suceder Heitor Martins no comando da instituição daqui a dois anos, e dos diretores estatutários Filipa Beirôco, Raul Juste Lores e Tania Haddad.

COFRE Não muito longe do Masp, no Pivô, centro cultural no Copan de Oscar Niemeyer, o leilão beneficente anual da instituição arrecadou R$ 2,8 milhões, também recorde. No modelo diferente do museu da Paulista, em que os artistas podem ficar com parte importante do valor do arremate, isso significa R$ 1,4 milhão para o Pivô, mais de metade de seu orçamento anual de suas sedes em São Paulo e Salvador. A obra recordista da noite foi uma pintura de Paula Siebra, artista em ascensão no momento —sua tela, com lance inicial de R$ 31,5 mil, foi vendida por R$ 131 mil.

COFRE 2 Enquanto isso, chegaram os números de outra festa, no Instituto Inhotim, em Minas Gerais. O megamuseu da pequena Brumadinho arrecadou há três meses R$ 3,2 milhões numa noite patrocinada pela Gucci e animada por um show dos Titãs. O valor corresponde a 4% da receita anual da instituição mineira.


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