Em clima de férias, a última mostra deste ano no Itaú Cultural, na avenida Paulista, em São Paulo, tem como assunto um passatempo dos jovens e já nem tão jovens, os videogames.
Num retrato ambicioso da trajetória dos jogos eletrônicos como obras de arte, algo que outros grandes museus pelo mundo já reconhecem como esforço artístico para além do entretenimento, a exposição traça um panorama dos primórdios à atualidade.
Terão destaque na exposição “Game + Arte, Cultura e Comunidade” desde um clássico como “Space Invaders”, do antiquíssimo Atari, a “Dandara”, game brasileiro premiado mundo afora, que pode ser jogado em várias plataformas. Também fazem parte da mostra jogos como “Just Dance”, entre os estrangeiros, e “Amazônia”, “Extremely Powerful Capybaras” e “Huni Kuin: Yube Baitana”, num total de 50 trabalhos espalhados por três andares do espaço.
No mês seguinte à abertura de uma nova ala na sede do centro cultural, o Espaço Milú Villela, com obras de grandes mestres da arte do país, o Itaú Cultural faz um movimento semelhante ao do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA, uma década atrás, quando incorporou ao acervo 12 games clássicos, entre eles “Pac-Man” e “Tetris”. Os joguinhos também já foram tema de mostras em museus de peso pelo mundo, como o Smithsonian, em Washington, e o Victoria & Albert, em Londres.
ACERVO EM EXPANSÃO Os patronos da Pinacoteca do Estado de São Paulo bateram o martelo e decidiram comprar para o acervo do museu 17 obras, muitas delas de artistas da atual Bienal de São Paulo e outras em cartaz na própria instituição, na mostra “Pop Brasil: Vanguarda e Nova Figuração 1960-70”.
No total, foram investidos R$ 1,65 milhão pelo conjunto das peças. Entre elas está um trabalho da série “Astronautas”, de Teresa Nazar, e peças de Aislan Pankararu, Ana Raylander Mártis dos Anjos, Dan Lie, Gê Viana e Madeleine Colaço.
ARTE DEGENERADA O Museu Judaico de São Paulo abre nesta semana uma mostra com obras-primas de Lasar Segall, em parceria com o museu que leva seu nome, no bairro paulistano da Vila Mariana, e a Pinacoteca. Entre os destaques está um dos trabalhos de maior relevância histórica do artista lituano radicado no país, “Eternos Caminhantes”, pintura que fez parte da mostra da chamada arte degenerada na Alemanha nazista.
“Lasar Segall: Sempre a Mesma Lua”, organizada por Patricia Wagner, terá 60 obras do modernista. Por ocasião da mostra, o Museu Judaico ainda promove o restauro da tela “Interior de Pobres II”, de 1921, uma das obras centrais na trajetória de Segall.
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