Ópera de Paris nomeia diretor dois anos depois da saída de Gustavo Dudamel

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Ópera de Paris nomeia diretor dois anos depois da saída de Gustavo Dudamel


O maestro americano de origem soviética Semyon Bychkov foi anunciado, nesta terça-feira, como o próximo diretor musical da Ópera Nacional de Paris, mais de dois anos após o maestro Gustavo Dudamel ter renunciado ao cargo, anos antes do fim do seu contrato.

Bychkov acompanhará a instituição como diretor musical interino a partir de agosto deste ano e deve ocupar o cargo de forma definitiva em 2028, com um mandato que deve se estender por quatro temporadas. Hoje, ele é maestro principal e diretor musical da Orquestra Filarmônica Tcheca, onde tem um contrato até o fim da temporada de 2027.

Segundo o maestro afirmou ao jornal The New York Times, esta será uma oportunidade para a orquestra apostar num repertório mais sinfônico durante o período em que seus dois principais espaços de apresentação estarão fechados para reformas.

Nascido em São Petersburgo, Bychkov imigrou para os Estados Unidos em 1975 e, hoje, mora na França com a mulher. Na década de 1990, trabalhou como diretor musical da Orquestra de Paris.

Também foi maestro convidado principal da Orquestra Filarmônica de São Petersburgo, de 1990 a 1994, maestro principal da Orquestra Sinfônica da WDR de Colônia, de 1997 a 2010, e maestro titular da Semperoper Dresden, de 1998 a 2003.

Bychkov trabalhou em grandes produções por quase 20 anos, em parceria com a ópera de Paris —“Un Ballo in Maschera”, de 2007, “Tristan und Isolde”, de 2008, “Elektra”, de 2022, em breve, “Eugene”, deste ano, e ainda participou do Festival Ravel com um programa dedicado a Antonín Dvořák, em 2023.



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