Data comemorada na região metropolitana do Recife tem raízes na Guerra dos Mascates e no inédito desejo de separatismo de Portugal
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O feriado do “Dia do Primeiro Grito da República do Brasil” é celebrado na cidade de Olinda, na região metropolitana do Recife, resultando na paralisação de atividades como o expediente administrativo da prefeitura e de repartições públicas. A história que fundamenta esta celebração remonta à Guerra dos Mascates de 1710.
Ouça a matéria em áudio:
Listen to Olinda celebra o primeiro Grito da República do Brasil: entenda a história de 1710 byRádio Jornal on hearthis.at
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A trama política entre mascates e senhores de engenho
Após a expulsão dos holandeses de Pernambuco, um grupo de comerciantes de origem portuguesa instalou-se no Recife. Esses indivíduos, conhecidos pejorativamente como “mascates”, prosperaram, acumularam riquezas e formaram patrimônio. No entanto, eles sofriam intenso preconceito por parte dos tradicionais Senhores de Engenho.
Apesar da discriminação, os comerciantes decidiram envolver-se na política local no final do século XVII. O objetivo era fazer parte do Senado da Câmara de Olinda, que, na época, era quase totalmente dominada pelos Senhores de Engenho e onde hoje funciona o mercado da Ribeira. É crucial notar que, naquele período, o Recife ainda não era independente, sendo considerado um bairro do município olindense.
Os Senhores de Engenho resistiram veementemente à entrada dos comerciantes na Câmara. Os mascates, então, apelaram ao rei de Portugal.
A solução incomum e a resistência
A resistência dos Senhores de Engenho levou os comerciantes a recorrerem ao rei mais uma vez. A solução encontrada pela coroa, considerada pouco comum no Brasil colonial, foi a criação de uma nova câmara no Recife, dedicada a ser ocupada pelos comerciantes.
Esta decisão, contudo, não foi aceita pelos Senhores de Engenho. A recusa levou a uma conspiração: eles decidiram tramar a morte do governador da capitania, Sebastião de Castro e Caldas. Sebastião levou um tiro de arma de fogo, mas sobreviveu e fugiu para a Bahia por medo.
Com a capitania sem governo, os Senhores de Engenho se reuniram na Câmara de Olinda no dia 10 de novembro de 1710 para debater os próximos passos.
O brado pela República
Neste encontro histórico, Bernardo Vieira de Melo propôs que Pernambuco se separasse de Portugal. A ideia de Vieira de Melo era estabelecer uma República que seria governada pelos Senhores de Engenho, independente da metrópole portuguesa. O modelo visado era uma república semelhante à de Veneza.
Embora, após a sua gestão, o governo da capitania tenha sido entregue a um bispo, a data e a proposta entraram para a história da cidade. O brado de Vieira de Melo ficou marcado por ser a primeira vez que uma pessoa falava sobre a república sem que houvesse a monarquia.
*Texto gerado com auxílio de IA a partir de conteúdo autoral da Rádio Jornal com edição de jornalista profissional

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