A denúncia feita pelo leitor da coluna é na Estrada do Encanamento, no quarteirão com a Rua Marechal Rondon, na Zona Norte do Recife
Publicado em 24/10/2024 às 5:09
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Obra causa transtorno em Casa Forte
Essa obra na Estrada do Encanamento, no quarteirão com a Rua Marechal Rondon, em Casa Forte, já dura há meses. Todo dia é um transtorno na vida dos moradores que tentam fugir do trânsito da Avenida Dezessete de Agosto. O Recife virou um canteiro de obras. Não adianta começar uma obra e não terminar outra que já está em andamento, prefeito. Se não tem pessoal suficiente, priorize as mais urgentes, mas entregue com mais celeridade. Ninguém aguenta tanta obra na cidade.
Luiz Silva, por e-mail

Obra causa transtorno em Casa Forte – LUIZ SILVA / VOZ DO LEITOR
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Parques em Olinda
Lamentável que nenhum candidato a prefeito de Olinda tenha falado em construir parques. Não temos nenhum decente, enquanto Recife tem diversos. Também não vi nenhum falar em corredor exclusivo de ônibus (faixa azul). Coisas simples como essas eles nem pensam em colocar no plano de governo, mas prometem coisas que sabemos ser impossível de ser feitas.
Rômulo Alves, por e-mail
PE-60 e seus problemas
Que vergonha ter que voltar a transitar pela PE-60. É uma rodovia? Não. É uma estrada? Não. A gente só pode chamar aquilo de um caminho, e dos ruins. Sem acostamento, sem sinalização, buraco para todo lado. Tudo perfeito para um sinistro no trânsito. O descaso com a PE-60 não é de hoje. Até quando vamos ter de conviver com esse quadro de horror, DER-PE?
Tancrêdo Loyo, por e-mail
Gasto desnecessário
Governo de Pernambuco anunciar que vai restaurar o Mosteiro de São Bento, em Olinda, sendo que existe o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e a própria Igreja Católica, que tem bastante dinheiro para arcar com tais obras, deveriam ser responsáveis pela manutenção. É um absurdo gastar dinheiro do nosso imposto com esse tipo de restauração. Vamos procurar gastar com o que realmente precisa, Raquel Lyra; com a reforma do Hospital da Restauração, das escolas públicas estaduais, com o fortalecimento da segurança pública… Para essas coisas nunca têm dinheiro.
Jean Silva, via redes sociais
Abastecimento de água
Quando a Compesa vai respeitar e normalizar o abastecimento de água no sofrido bairro da Encruzilhada, no trecho entre a Rua José Maria e a padaria do Rosarinho. Estamos há quinze dias sem água. Compesa, socorro, água é vida.
Josias Marins, por e-mail
Falta d’água em Catuama
Aqui no loteamento Porto do Sol, na Praia de Catuama, no município de Goiana, no Litoral Norte do Estado, não existe água da Compesa. Aqui a população ainda vive nos tempos da pré-história. Sobrevivemos com água de poço artesiano, que não tem a mesma qualidade da água encanada. Somos esquecidos pelo governo.
Cláudio Veloso, via redes sociais
Jardins do canteiro central da Av. Conde da Boa Vista
Não tem dois meses que a Prefeitura do Recife colocou grama no canteiro central da Avenida Conde da Boa Vista, o que a deixou mais bonita. No entanto, não dá para entender a lógica da Prefeitura, a exemplo de diversas praças revitalizadas, onde um mês depois já estão feias novamente pela total ausência de manutenção dos jardins. No caso em questão, a grama já está toda seca por falta de irrigação. A Emlurb e a Prefeitura do Recife deveriam levar a zeladoria a sério, não basta fazer obras, tem que manter.
Wlademir de Moura, por e-mail

Jardins do canteiro central da Av. Conde da Boa Vista – WLADEMIR DE MOURA / VOZ DO LEITOR
Criminalidade
Recentemente, no bairro da Torre, em frente ao Atacado dos Presentes, uma mulher em situação de rua, esfaqueou um estudante porque o mesmo foi perguntar a hora e ele disse estar sem relógio. Continuou o estudante sua caminhada, quando, covardemente, recebeu a facada no braço. Graças a Deus, ele foi para o hospital e já está em casa. A família prestou Boletim de Ocorrência, mas nada de resolução. A meliante evadiu-se do local e ficou por isso mesmo. Semana passada, eu estava no Carrefour da Torre e essa quase assassina estava dentro da loja com alimentos na mão, passando de caixa em caixa e pedindo para alguém pagar os alimentos. Coincidentemente, a mãe da vítima se encontrava no supermercado e, com as características que o filho passou para ela, foi possível reconhecê-la. E aí? Chamar a polícia? Para que, já que o flagrante tinha passado e não iam fazer nada. O pior dessa história é que a mulher continua solta, juntamente com o companheiro, andando despreocupadamente pelas imediações das Ruas Visconde de Itaparica, José Bonifácio, Real da Torre, Conde de Irajá e Favela Santa Luzia. Fica aí a dica para o 13° BPM. Façam alguma coisa antes que alguém morra por esses indivíduos.
Ana Couto, via redes sociais

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