A busca por fortalecer a gestão internamente indica ao mundo político que João Campos quer deixar a máquina funcionando de forma azeitada.
Publicado em 25/12/2024 às 20:00
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A secretária Maíra Fischer, hoje na pasta de finanças, terá uma atribuição diferente em 2025 na prefeitura do Recife. Fischer ficou conhecida por trabalhar muito, reclamar pouco e sustentar uma discrição exemplar para a área política. Não é fácil fazer o que ela fez, principalmente nos dois primeiros anos da gestão de João Campos (PSB).
É que por ter recebido as chaves da prefeitura de um aliado, próximo até hoje, o prefeito não podia reclamar do estado financeiro da gestão. E ela resolveu.
Herança maldita
As contas da Prefeitura do Recife estavam bem longe do que se pode chamar de razoável. O município tinha dificuldades fiscais e de crédito.
A recuperação não foi algo fácil de se fazer. Precisou de muito esforço da equipe econômica e um jogo de articulação habilidoso.
O marco mais importante dessa escalada pela estabilidade foi o momento em que Campos conseguiu alcançar um empréstimo de R$ 2 bilhões em 2023, com o Banco Interamericano de Desenvolvimento.
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Nem o básico
Muita gente, convenientemente, deixou de lembrar disso, mas os primeiros 18 meses da primeira gestão de João Campos foram algo entre o muito ruim e o péssimo. Por um ano e meio, a cidade tinha dificuldades até com o trivial, como a zeladoria mais básica. Depois as entregas começaram e o marketing teve condições de entrar com peso também.
Marketing
Aliás, isso cabe uma reflexão e é digno de nota para quem reclama do excesso de marketing na gestão de Campos.
O tal do marketing tão criticado é apenas uma embalagem para um conteúdo. Ele não tem muito poder além disso. Nem o melhor papel de embrulho salva um presente ruim. Tanto que a publicidade só funcionou quando havia o que entregar.
A gestão Campos tem muito marketing, sim. Mas seria apenas dinheiro jogado fora caso não houvesse substância.
Pra dentro
Continuando, sobre a secretária Maíra Fischer. É importante entender que essa mudança administrativa de pasta tem um motivo político também.
Na secretaria de Administração, a função da gestora será voltada mais para os processos internos. A prefeitura realizou muitas de suas ações para fora entre 2021 e 2024, pensando no cidadão. Enquanto isso, a secretária estava preocupada em equilibrar as contas para garantir as ações.
Agora ela vai agilizar os processos entre as secretarias e dinamizar a relação com os servidores também. É um fortalecimento interno.
Azeite
A busca por fortalecer a gestão internamente, é um processo que indica ao mundo político que João Campos quer deixar a máquina funcionando de forma azeitada. Quanto menos atropelos internos existirem, mais fácil é administrar, mesmo “estando de longe”.
Quanto maior o controle e a fluidez de todos os processos, mais simples é gerir sem a necessidade de estar tão próximo, mesmo que você esteja, por exemplo, afastado disputando uma outra campanha eleitoral.
Sinais
É claro que as confirmações de secretários políticos, com inserções robustas em partidos, chamam atenção para o desejo de João Campos disputar o Governo de Pernambuco em 2026. Mas não é o principal sinal de que isso pode acontecer.
Se vai ser realidade já é outra história, mas o maior sinal de que ele pretende mesmo disputar o Palácio está longe dos nomes políticos e partidários, atende pelo nome de Maíra Fischer.
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