Especialista alerta sobre o risco de complicações graves como amputações e dores crônicas e apresenta tratamentos altrnativos
Publicado em 14/11/2024 às 23:32
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A neuropatia periférica, uma das complicações mais graves do Diabetes Mellitus (DM), exige atenção redobrada para evitar os danos que essa condição pode causar aos nervos periféricos, especialmente nas extremidades do corpo.
Quando os níveis de glicose não são controlados, a doença pode desencadear dores intensas, perda de sensibilidade e até lesões que, em casos críticos, levam à amputação.
No Brasil, cerca de 10,2% da população vive com a condição, segundo o Vigitel Brasil, relatório de doenças crônicas, mas muitos desconhecem os riscos associados ao seu controle inadequado.
“A condição afeta os nervos de forma ampla, simétrica, principalmente nas extremidades do corpo, e vai se agravando com o tempo. Em muitos casos, pode permanecer assintomática por anos”, explica o Dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião da Unicamp.
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O que é neuropatia periférica?
A neuropatia periférica é uma disfunção dos nervos periféricos que afeta a comunicação entre o sistema nervoso central e o restante do corpo, causando danos, geralmente nas extremidades, como pés e mãos.
Essa condição é frequentemente associada ao diabetes não controlado, mas também pode ocorrer em outras doenças crônicas.
A neuropatia diabética, a forma mais comum, afeta de forma simétrica os nervos e pode permanecer sem sintomas por anos.
Quando presente, os sinais incluem:
- Dor;
- Perda de sensibilidade;
- Dificuldade de movimentação.
Como prevenir?
A prevenção da neuropatia periférica começa com a prevenção das doenças crônicas.
Como a neuropatia é uma complicação mais comum do diabetes, o controle rigoroso da doença é fundamental para evitar a sobrecarga nos nervos periféricos.
Algumas medidas podem reduzir significativamente o risco de complicações nos nervos:
- Controle rigoroso da glicose;
- Monitoramento regular;
- Prática de atividades físicas;
- Cuidados com os pés (para pacientes diabéticos, verificar regularmente se há feridas, úlceras ou sinais de infecção);
- Alimentação equilibrada;
Opções de tratamento para controle da dor neuropática
Embora irreversível, a neuropatia periférica pode ser controlada com tratamentos que ajudam a aliviar os sintomas e manter a qualidade de vida.
O controle do diabetes é um passo fundamental, somado a abordagens de suporte, como fisioterapia e suplementos vitamínicos para proteção dos nervos.
Em casos de dores crônicas intensas, medicamentos controlados, incluindo antidepressivos e anticonvulsivantes, são indicados para modular a dor.
Para pacientes que não respondem bem aos tratamentos convencionais, a estimulação da medula espinhal surge como uma alternativa.
O procedimento envolve a implantação de um dispositivo que emite impulsos elétricos, interrompendo os sinais de dor entre a medula e o cérebro. “Há pacientes que voltam a ter uma vida ativa e plena, e é fundamental continuar o tratamento para o diabetes mellitus”, complementa o Dr. Marcelo.
CONFIRA NO VÍDEO: diagnóstico e tratamento do diabetes tipo 1 na infância
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