A Netflix chegou a um acordo com uma ex-editora da revista americana Vanity Fair para encerrar um processo de difamação relacionado à minissérie “Inventando Anna“, que foi sucesso na plataforma há quatro anos.
Movida por Rachel DeLoache Williams, que foi amiga da golpista Anna Sorkin, protagonista da trama, a ação alegava que a série retratou a editora como “esnobe” e “gananciosa”, dando a falsa impressão de que ela teria traído Sorkin quando esta passou a ter seus crimes desmascarados.
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Williams também alegava que a Netflix retratou Sorkin, conhecida pelo sobrenome Delvin, de forma excessivamente positiva, transformando seus delitos em atos de um anti-herói que enfrentava o sistema. Assim, figuras ao seu redor, como a própria editora, acabaram sendo retratadas de maneira negativa. Sorkin foi condenada à prisão em 2019, por diversas acusações relacionadas a roubo e fraude.
“Shonda Rhimes e outros responsáveis por criar e escrever ‘Inventando Anna’ acreditavam que a série precisava de um vilão e, por animosidade em relação a Williams, decidiram cinicamente retratá-la como essa vilã”, afimavam os advogados da editora na ação.
A Netflix, por sua vez, alegava que os criadores da minissérie tinham o direito à liberdade artística e a interpretarem os eventos reais da sua maneira. Detalhes sobre o acordo firmado nesta sexta-feira (6) não foram divulgados.
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