Pesquisas anteriores haviam revelado que, bilhões de anos atrás, houve presença de água e vidas simples no planeta, como micróbios
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
A Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa) publicou um artigo neste mês revelando uma descoberta inédita sobre o motivo pelo qual Marte se tornou árido e sem vida.
Pesquisas anteriores sobre o solo do planeta já haviam revelado que, bilhões de anos atrás, houve presença de água e vidas simples no local, como micróbios. Mas o motivo pelo qual a água sumiu, impossibilitando a vida, ainda era um mistério.
Segundo a agência americana, novas descobertas mostram que uma pulverização catódica – processo de choque entre partículas elétricas e a atmosfera – foi o principal fator que levou o planeta vermelho a perder sua água. O fenômeno se deu no início da sua história, há bilhões de anos, quando a atividade do Sol era “muito mais forte”.
“No início da história de Marte, sua atmosfera perdeu seu próximo campo magnético, ficando diretamente exposta ao vento e tempestades solares”, explica a Nasa. “À medida que a atmosfera começou a se desgastar, a água líquida não era mais estável na superfície e começou a escapar em larga escala para o espaço.”
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
Em outras palavras: os átomos presentes na atmosfera de Marte começaram a ser eliminados por causa do choque contra partículas de carga elétrica solares, algo parecido com o processo de erosão provocado pelo atrito do solo com o vento e a chuva.
“É como fazer um salto de bola de canhão em uma piscina”, diz Shannon Curry, pesquisador principal da Maven no Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, em Boulder, Estados Unidos, e principal autor do estudo. “A bala de canhão, neste caso, são os íons pesados que se chocam com a atmosfera muito rapidamente e espalham átomos e moléculas neutras”, afirma.
Observação
Conforme a publicação da Nasa, embora os cientistas já tivessem encontrado evidências de que esse processo de pulverização catódica estava ocorrendo, eles nunca tinham observado diretamente. “É como se tivéssemos encontrado as cinzas de uma fogueira. Mas queríamos ver o fogo – nesse caso, a pulverização catódica – diretamente”, disse Curry.
Para observar o fenômeno diretamente, a equipe fez medições simultâneas no “lugar certo e na hora certa” usando três instrumentos a bordo da espaçonave Maven: um analisador de íons do vento solar, um magnetômetro e um espectrômetro de massa de gás neutro e íons.
“Além disso, a equipe precisava de medições no lado diurno e noturno do planeta em baixas altitudes, o que leva anos para ser observado”, diz o artigo. “A combinação dos dados desses instrumentos permitiu que os cientistas fizessem um novo tipo de mapa do argônio pulverizado em relação ao vento solar.”
Por fim, o mapa revelou a presença de argônio em grandes altitudes nos locais exatos em que as partículas energéticas se chocaram contra a atmosfera e espalharam o argônio, mostrando a pulverização em tempo real.
Os pesquisadores também descobriram que esse processo está ocorrendo de maneira quatro vezes maior do que a prevista anteriormente e aumenta durante as tempestades solares. Os resultados estão na revista Science Advances.
/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/air-fyer-910x809.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)



/catracalivre.com.br/portaledicase.com/wp-content/uploads/2026/03/aries-1-4.jpg?w=300&resize=300,300&ssl=1)

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lava-loucas-910x611.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)





/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/air-fyer-910x809.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)



/catracalivre.com.br/portaledicase.com/wp-content/uploads/2026/03/aries-1-4.jpg?w=150&resize=150,150&ssl=1)
