Desde as primeiras da manhã de hoje (10), usuários da Ásia, Europa e Norte Americanos apontaram problemas para acessar a rede social
Publicado em 10/03/2025 às 19:36
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Elon Musk afirmou nesta segunda-feira (10) que a rede social X sofreu um “ciberataque massivo”, o que levantou questionamentos sobre se o polêmico assessor de Donald Trump está sendo alvo devido a seus cortes orçamentários no governo dos EUA e se a segurança da plataforma está garantida.
Os relatos de problemas no X começaram nas primeiras horas do dia, quando usuários da Ásia, Europa e América do Norte alertaram que não conseguiam acessar a rede, segundo o site de monitoramento Downdetector.
“Houve (e ainda há) um ciberataque massivo contra o X”, confirmou Musk em sua plataforma, que funcionava de maneira intermitente ao longo do dia.
“Somos atacados todos os dias, mas este foi organizado com muitos recursos. Um grande grupo coordenado ou um país está envolvido. Estamos rastreando”, acrescentou.
O magnata fez essa afirmação ao replicar uma publicação de outro usuário (DogeDesigner) que sugeria que a queda do X nesta segunda-feira poderia estar relacionada aos recentes protestos contra o Departamento de Eficiência Governamental (Doge, sigla em inglês), dirigido por Musk, e a atos de vandalismo contra lojas da Tesla, fabricante de carros elétricos também de sua propriedade.
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Musk, assim como outros usuários que responderam a ele, especulou que, devido às características e à escala do ataque, poderia ser obra de um país ou de um grande grupo coordenado.
Em entrevista ao canal Fox Business, o magnata afirmou que suas equipes “suspeitam” que o ataque foi realizado “a partir da zona ucraniana”.
Queda
No ano passado, Musk também havia atribuído uma queda do X a um ciberataque, sem apresentar provas, justamente quando a plataforma estava prestes a transmitir uma entrevista com Trump.
Especialistas em cibersegurança dizem que é difícil avaliar o que está acontecendo sem acesso às operações internas do X, mas a duração dos problemas indica que se trata de um ataque.
“É a ciberguerra atingindo com toda a sua força”, considerou Chad Cragle, da plataforma de ciberdefesa Deepwatch.
“Com Musk no centro das atenções e as tensões políticas em seu auge, esses ataques têm todos os indícios de uma agressão de um Estado-nação”, explicou.
O presidente dos Estados Unidos respondeu na semana passada às crescentes críticas sobre os cortes sem precedentes em seu governo, supervisionados por seu agora fiel aliado Musk, dizendo que deveriam ser feitos com cuidado.
“Dizemos ‘bisturi’ em vez de ‘machado'”, publicou Trump em sua própria rede, a Truth Social.
A declaração do republicano representa o primeiro movimento significativo para moderar o poder concedido a Musk, enquanto o Doge trabalha para reduzir pessoal e gastos federais.
A campanha de cortes dessa entidade enfrenta resistência crescente em várias frentes, incluindo decisões judiciais e certa pressão dos legisladores.
Trump confirmou ainda que havia convocado seu gabinete para deixar claro que eram eles, e não Musk, quem comandavam seus respectivos departamentos.
As falhas desta segunda-feira no X deixaram dezenas de milhares de usuários sem acesso à plataforma, segundo sites de monitoramento.
No auge do problema, mais de 40 mil pessoas relataram interrupções, estimou o Downdetector.
Desde que Musk comprou o Twitter por 44 bilhões de dólares (R$ 254,8 bilhões na cotação atual) no final de 2022, a maioria dos funcionários saiu ou foi demitida, o que gerou dúvidas sobre se a equipe restante era capaz de manter a plataforma segura e estável.
Desde a aquisição, com a promessa de que promoveria a liberdade de expressão, Musk também enfrentou críticas por reduzir as equipes de moderação de conteúdo.
Sob sua gestão, a rede social também experimentou problemas técnicos e reativou contas de teóricos da conspiração e do próprio Trump.
Grupos de defesa da liberdade de expressão afirmam que a desinformação prosperou no X sob a direção de Musk, que já foi acusado de disseminá-la para sua enorme audiência online.
O X não respondeu a um pedido de informações da AFP, e a conta de “suporte técnico” da rede social não publica nada desde o ano passado.
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