Diagnosticada em 2023, artista enfrentava um câncer agressivo que voltou com metástases em 2024
Emannuel Bento
Publicado em 20/07/2025 às 20:09
| Atualizado em 20/07/2025 às 22:11
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A cantora e empresária Preta Gil faleceu neste domingo (20), aos 50 anos, em decorrência de complicações causadas por um câncer. A artista estava em tratamento nos Estados Unidos, onde se submetia a sessões de quimioterapia.
Segundo o site Metrópoles, a artista teria passado mal durante uma das sessões, ocasião em que os médicos identificaram o avanço da doença.
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O diagnóstico inicial do câncer foi feito em 2023, com origem no intestino. Em dezembro do mesmo ano, ela anunciou estar em remissão, após passar por uma cirurgia de reconstrução do trato intestinal e reversão de uma ileostomia.
No entanto, em agosto de 2024, a doença voltou a se manifestar, com novos tumores identificados em dois linfonodos, no peritônio e no ureter.
Trajetória contra o câncer
A primeira fase de tratamento foi feita com cirurgia e sessões de radioterapia. A artista também teve de passar por uma histerectomia total abdominal, procedimento que consiste na remoção do útero, e por uma amputação de reto.
Em junho de 2023, Preta foi liberada pelos médicos para voltar a cantar. Na época, ela estava em turnê com o Gilberto Gil, seu pai, no show “Nós, a Gente”.
Preta comemorou 50 anos de idade em agosto de 2024. Para marcar a data, ela lançou o livro “Preta Gil: Os primeiros 50”. No mesmo mês, Preta voltou a se tratar com quimioterapia após a recidiva do câncer.
No mês de dezembro, Preta anunciou que faria para uma nova cirurgia para a remoção de tumores.
A última grande apresentação musical de Preta Gil foi ao lado do pai, com uma participação no show de Gilberto Gil no dia 26 de abril deste ano, no Allianz Parque, em São Paulo. Eles emocionaram o País cantando “Drão”, música que foi escrita para a mãe de Preta, Sandra Gadelha.
Trajetória

Preta Gil – WAGNER ORIGENES/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Nascida em 1974, Preta Maria Gadelha Gil Moreira era filha do cantor e compositor Gilberto Gil com a atriz e cantora Sandra Gadelha.
Lançou-se na carreira musical no início dos anos 2000, com o álbum “Prêt-à-Porter“. O álbum ganhou destaque pela faixa “Sinais de Fogo”, uma composição de Ana Carolina e Antonio Villeroy.
Preta, então, passou a se apresentar como cantora e ganhou forte identificação sobretudo com o público gay. Mais tarde, com a doença, também se tornou uma voz importante na divulgação da prevenção e no diagnóstico precoce do câncer.
Como cantora, Preta ainda lançou outros cinco álbuns. O último deles, “Todas As Cores“, de 2017, trouxe as participações de Gal Costa, Pabllo Vittar e Marília Mendonça. Seu projeto Bloco da Preta foi um dos mais bem sucedidos do carnaval carioca.
No campo empresarial, fundou a agência Mynd, ao lado de Fátima Pissarra e Carlos Scappini. A empresa se consolidou como uma das principais do país no agenciamento de influenciadores e artistas.
MORRE PRETA GIL, AOS 50 ANOS, APÓS LUTA CONTRA O CÂNCER




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