Por que a prisão de uma mulher não incomoda as femininas de esquerda? Mª Corina foi presa e depois liberada, mas os movimentos feministas calaram-se
Publicado em 11/01/2025 às 19:48
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HORA DO COMÍCIO
Estava indo tudo bem no 8 de Janeiro, mesmo com o escorregão do presidente Lula da Silva (PT), exaltando as amantes em detrimento das esposas, mas quando o petista “subiu no palanque” e convidou os presentes para descerem a rampa do Palácio do Planalto, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que estava lá dentro, saíram por outra porta. Assim como fizeram os comandantes das Forças Armadas.
INCORPORANDO COLLOR
Uma das autoridades que também “pegou o beco” e usou a porta lateral para ir embora lembrou à coluna de um “programa de índio” que ganhou as manchetes dos meios de comunicação à época. No Dia do Índio de 1991, Collor botou o cacique Raoni ao seu lado, chamou os jogadores da seleção brasileira de masters, Rivelino e Zico, o francês Michel Platini e desceram a rampa, acenando para uma multidão de mais de 3 mil pessoas, aglomerada na praça dos Três Poderes. Menos da metade prestigiou o 8 de Janeiro de 2025.
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CADÊ O CRACHÁ?
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez lembrar uma música de Gilberto Gil: “O segurança me pediu o crachá. Eu disse: Nada de crachá, meu chapa. Sou um escrachado, extra-achado num galpão abandonado. Nada de crachá”. Ao receber o pedindo de liberação do passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para ir a Washington, à posse de Donald Trump, Moraes condicionou a análise do pedido somente depois que a defesa apresente o convite oficial.
‘VOU APERTAR…’
No Ministério da Justiça, o ministro Ricardo Lewandowski tem pressa em definir “até março”, regras sobre o porte de até 40g de maconha, como sacramentou o STF.
‘…MAS NÃO VOU ACENDER AGORA’
A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) está convocando audiências públicas para debater o tema. Na Câmara dos Deputados repousa uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que considera “crime a posse ou o porte de qualquer quantidade” de droga ou entorpecente. Vem aí uma queda de braço do Legislativo com o Judiciário.
POR ONDE ANDAM AS FEMINISTAS?
As de esquerda estão silentes quanto à prisão, ainda que temporária, da líder de oposição na Venezuela, Maria Corina Machado. Já Michelle Bolsonaro, presidente do PL Mulher, usou as redes sociais para cobrar o presidente Lula: “Estou esperando o amante Lula se manifestar contra a tentativa covarde de prender/sequestrar uma mulher que se opõe à ditadura do ‘companheiro Maduro’”, escreveu a ex-primeira-dama.
GOVERNO BRASILEIRO PROTESTA
O Ministério das Relações Exteriores condenou as ações de repressão por parte do governo do ditador Nicolás Maduro contra opositores: “O governo brasileiro acompanha com grande preocupação as denúncias de violações de direitos humanos a opositores do governo na Venezuela, em especial após o processo eleitoral realizado em julho passado”, disse o Itamaraty, por meio de uma nota.
DICA DE LIVRO – ‘EU SÓ FIZ VIVER’
Livro do historiador Ricardo Santhiago (Popessuara) conta fatos marcantes da carreira do baiano de Juazeiro, Edy Star, cantor, compositor que “ajudou a transformar a praça Mauá [no centro do Rio de Janeiro] em Point da noite carioca”. Edivaldo Souza adotou o nome artístico de Edy Star e “Sua carreira multifacetada e sua ousadia continuam a inspirar novas gerações de artistas e a desafiar as convenções sociais, consolidando-o como um dos grandes nomes da cultura nacional”.
MARROQUIM NO PLANALTO
Mas é bom que o marqueteiro do prefeito do Recife, Rafael Marroquim, chegue a Brasília com o freio de mão puxado. Lula não é João Campos e, cuidar da imagem do presidente muito mais deteriorada que os arranhões da que sofre o prefeito, pode não ser uma tarefa fácil. Brasília não é Recife.
PENSE NISSO!
Fico sem entender essa “sororidade de resultado” que muitos movimentos femininos do Brasil e do exterior praticam quando ocorre uma premente violação de direitos contra a líder de oposição Marina Corina Machado, a principal figura política na Venezuela a enfrentar o ditador Nicolás Maduro.
– Ah, mas o companheiro Maduro é do nosso campo ideológico, diriam algumas. É verdade. Mas quem se cala diante das atrocidades cometidas pelo ditador venezuelano está tomando partido. Está do lado do opressor.
Há um aspecto geopolítico que o governo brasileiro se apropria para não “abandonar” Maduro e a Venezuela aos “leões”, mas também não precisa ser tão omisso como tem sido a gestão do presidente Lula da Silva.
Pense nisso!





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