Secom do governo Lula enxerga impulsionamento nas redes sociais das críticas à escola de samba que bajulou o presidente e acabou rebaixada
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TE CUIDA, STF
Do jeito que a coisa vai, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liga a motosserra, vai cortando os galhos maiores — até porque os menores já foram — apara daqui, poda dali e, de repente, desbasta a trunfa da Receita Federal, do Tribunal de Contas, do colega André Mendonça e, se brincar, até o presidente da Corte, Edson Fachin, sai tosado.
SE CONTAR…
…muita gente já sabe a razão: pois não é que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) criou uma subcomissão para “acompanhar as investigações” do caso Banco Master.
ATROPELOU A CPMI DO INSS
Deputados e senadores já estavam no encalço do banqueiro Daniel Vorcaro — com foco no crédito consignado que tomou dinheiro de aposentados e pensionistas — mas aí, sempre a serviço do Planalto, Renan chama para si uma responsabilidade que não é dele.
S.Q.N.
O “código” acima quer dizer: só que não. Petistas subiram a hashtag [#] para negar que tenha havido uso de recursos públicos pela Acadêmicos de Niterói, a escola de samba que enalteceu a história de Lula. No frigir dos ovos, o samba-enredo amealhou quase R$ 10 milhões, custou pestanas e horas de reunião no Planalto e fora do palácio. Ministros sem qualquer relação com a área cultural e até a primeira-dama, idem.
A MARQUETAGEM DA SECOM
Quando a mente de Sua Excelência, o ministro de Estado, se confunde com o emaranhado de ideias do marqueteiro, dá nisso: Sidônio Palmeira considera que é preciso “averiguar, ir atrás para identificar os responsáveis por isso. Isso é crime eleitoral”, sentenciou, referindo-se às críticas da oposição ao enredo da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que repercutiram nas redes sociais.
COM O PÉ NA PORTA
Alexandre de Moraes mandou a Polícia Federal intimar o presidente da Unafisco, Kleber Cabral, para prestar esclarecimentos sobre declarações dadas à imprensa. Para ele, nos dias atuais, “é menos arriscado fiscalizar membros do PPC do que altas autoridades”.
CADÊ O PSOL?
A legenda que, proporcionalmente, mais recorre ao STF bem que poderia entrar com uma ação para pedir a recontagem da pontuação da escola de samba rebaixada.
CAMINHÃO DE MUDANÇA
Acionado o tic-tac do prazo de desincompatibilização, e após ter sido “aconselhado” por Lula a procurar um “abrigo” político em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) tem duas alternativas: resigna-se, termina o mandato e volta para Pindamonhangaba, onde pode cultivar chuchu e outras hortaliças; ou começa a arrumar a mudança, retorna a São Paulo em abril, concorre ao governo do estado, a uma das duas vagas no Senado ou tenta virar deputado federal — são 70 cadeiras.
PENSE NISSO!
Atentai bem, como diria o senador piauiense Mão Santa (MDB): já passou da hora de colocar um ponto final no chamado inquérito do fim do mundo, comandado por Alexandre de Moraes, que assusta a sociedade e o cidadão de bem, inquieta alguns gatos pingados no Judiciário e deixa as vísceras do Supremo Tribunal Federal expostas como no varal de açougue do interior.
Quando o STF chamou para si a responsabilidade de preservar o Estado Democrático de Direito — seja lá o que isso venha a significar — a turma pegou a chibata, enquadrou milhares de brasileiros, encarcerou outros e foi aplaudida. Com certa desconfiança, é verdade, mas foi.
Agora, é chegada a hora de a sociedade, como um todo, cobrar do ministro Edson Fachin, presidente da Corte, que encha os pulmões de ar, chame para si a responsabilidade e diga: chega!
Na Ilíada, Homero conta que Agamêmnon, como “comandante supremo dos aqueus”, toma Briseida, prêmio de guerra de Aquiles, para compensar a perda de Criseida. Fachin ainda pode dar um prêmio de consolação a Moraes.
Pense nisso!
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