Luciana Curtis e os familiares acabaram liberados somente na quinta, quando a polícia já investigava caso. Carro achado carbonizado pode ser deles
Publicado em 30/11/2024 às 17:47
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A modelo internacional Luciana Curtis, de 47 anos, foi sequestrada em São Paulo, com a família, ao sair de um restaurante no Alto da Lapa, na zona oeste da capital, na noite de quarta-feira, 27. De acordo com a Polícia Civil, as vítimas foram levadas para um cativeiro no bairro Parada de Taipas, zona norte, onde passaram a noite e foram obrigadas a fazer transferências bancárias.
A modelo e os familiares acabaram liberados somente no início da manhã de anteontem, quando a polícia já investigava o caso. O cativeiro foi descoberto, mas estava vazio e ninguém foi preso.
Estrela de campanhas publicitárias para marcas de cosméticos como Revlon e L’Oreal e desfiles para Victoria’s Secret, Luciana estava com o marido, o fotógrafo Henrique Gendre, e a filha de 14 anos, quando houve a abordagem. Os três haviam jantado em um restaurante de comida japonesa na Avenida Pio XI e, ao sair do estabelecimento, foram abordados.
Favela em Taipas
Os criminosos dominaram o casal e a filha, que foram obrigados a entrar no próprio carro e levados até uma favela em Parada de Taipas. Mantidos sob a mira de armas dentro de um casebre, começaram a fazer transferências bancárias.
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Na manhã de quinta, 28, outra filha do casal, que não havia acompanhado a família e estava em casa, estranhou a ausência dos pais e da irmã e avisou um tio, que acionou a Polícia Civil – e a Divisão Antissequestro (DAS) iniciou uma investigação.
Por meio do georreferenciamento do telefone celular de uma das vítimas, os agentes descobriram o local aproximado onde elas estavam e foram até lá. Antes que os policiais descobrissem o local exato do cativeiro, os sequestradores libertaram os três reféns e fugiram. Na rua, cerca de 12 horas após o início do sequestro, as vítimas receberam auxílio de funcionários municipais que passavam por ali.
A 3.ª Delegacia de Repressão à Extorsão com Restrição de Liberdade da Vítima tomou o depoimento das vítimas e busca imagens de câmeras de segurança que possam fornecer pistas sobre os criminosos.
Em nota, a Secretaria da Segurança de São Paulo (SSP) informou que “a Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) está empenhada na identificação e na prisão dos envolvidos” e “outros detalhes serão preservados para garantir a autonomia dos trabalhos policiais”.
Carro encontrado pode ser da modelo
As investigações envolvendo o sequestro de Luciana Curtis, o marido e a filha seguem em andamento. Na sexta-feira, 29, a polícia localizou um carro carbonizado na região da Vila Penteado que pode ser da família.
“Exames periciais foram requisitados para confirmar se é o carro roubado das vítimas no dia do crime”, disse a Secretaria da Segurança do Estado de São Paulo.
A Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) segue com as investigações para identificar e prender os responsáveis. “Outros detalhes serão preservados para garantir a autonomia do trabalho policial”, disse a SSP.
Caso anterior
No mês passado, um homem de 36 anos foi preso em flagrante em Itaquaquecetuba, região metropolitana de São Paulo, sob suspeita de participar de um sequestro. Ele teria mantido reféns um major aposentado da Polícia Militar do Estado e sua mulher por cerca de 20 horas em um cativeiro na região.
O casal foi abordado por criminosos um dia antes, na zona leste da capital, e solto por volta das 16h do dia seguinte. O Estadão apurou que, após o sequestro, a PM paulista montou um gabinete de crise, com participação de unidades como os Batalhões de Ações Especiais da Zona Leste da Capital e de Guarulhos.
O suspeito foi localizado por policiais das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota). Já as vítimas foram encontradas, também em Itaquaquecetuba, após serem libertadas pelos sequestradores.
O boletim de ocorrência registrado sobre o caso, obtido pelo Estadão, aponta que o policial aposentado e a mulher tiveram um prejuízo de cerca de R$ 200 mil, em especial por causa do roubo do carro. Fora isso, ao menos R$ 8 mil foram desviados de contas bancárias, metade por meio de transferências pelo Pix.
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