Acordo salva mandato de Glauber Braga, abindo caminho para inocentar Carla Zambelli. Na fila ainda estão Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem
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O BODE NA SALA
Os estudos de Paremiologia — ciência que se dedica à análise dos ditados populares, lendas e provérbios — remetem ao século XV, quando um modesto agricultor do Paquistão, morando numa apertada choupana com uma numerosa família, sentindo-se desesperado com a falta de espaço e o barulho ensurdecedor, pediu ajuda ao sábio da aldeia.
— Volte para casa e coloque o bode para dentro.
Com o clima ainda mais confuso e tumultuado, o barulho mais intenso e o odor insuportável, o aldeão procurou novamente seu guru.
— Volte para casa e tire o bode da sala.
Dito e feito. “Mulher, nossa casa nunca esteve tão tranquila”, comemorou com um biryani – arroz com especiarias e muita carne.
Tudo isso para contar aqui na coluna que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, tirou o “bode da sala”. A liminar com novas regras para pedido de impeachment de ministros do STF teve sua tramitação suspensa e a retirada do artigo que restringe à Procuradoria-Geral da República (PGR) o poder de dar entrada no pedido de impedimentos contra ministros da Corte.
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MAIS QUE UM PONTAPÉ
Em sua defesa, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), acusado de quebra de decoro parlamentar por ter expulsado a socos e pontapés um manifestante que teria xingado a sua mãe, acentuou: “Pela minha família, sou capaz de qualquer coisa, mais até do que um pé na bunda.”
“PRISÃO É O MÍNIMO!”
O deputado Gilvan da Federal (PL-ES) rebateu Glauber Braga dizendo que o parlamentar fluminense votou contra a cassação do mandato da deputada Flordelis, cassada em 31 de agosto de 2022, por ter mandado matar o marido, Anderson do Carmo. “Vossa Excelência não tem moral para falar em família, pedir voto em nome da família, tendo votado para livrar a barra de uma assassina.”
ACORDÃO DOS BONS
Um acordo patrocinado por todas as legendas, salvou Glauber Braga da degola. Ele tomou uma suspensão de seis meses. Foram 318 votos favoráveis ao acordo contra 141. Até o Psol votou a favor da punição para que não ocorresse o pior.
NÃO É BEM ASSIM, NÃO
O conselho que representa os secretários de segurança pública recebeu declarações do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, que na CPI do Crime Organizado questionou: “O que os governos estaduais estão fazendo para combater o crime organizado? Qual foi o governo de estado que resolveu o problema da criminalidade comum ou organizada? Nada, nada.”
NOTA CONTUNDENTE
O Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública advertiu que “além de custear a maior parte da estrutura da segurança pública, os estados acabam assumindo tarefas típicas da esfera federal, como o enfrentamento ao tráfico de armas e drogas”.
TRIBUNA DE HONRA
A TV de dezenas de polegadas, instalada no “cafezinho” dos deputados — uma sala próxima ao plenário — estava ligada no jogo do Flamengo (2 x 1) Cruz Azul, pela Copa Intercontinental. Contudo, em função do bloqueio ao plenário, antes do início da sessão, somente um copeiro (um “Mengo doente”) e um segurança (“sem muito interesse”) assistiram à partida.
PRÓ-ANISTIA
Relator do projeto da Dosimetria no Senado, Esperidião Amin (PP-SC) não esconde de ninguém que já manifestou, “em diferentes ocasiões, inclusive nesta tribuna”, seu total apoio à anistia “ampla e irrestrita” dos envolvidos na tentativa de golpe de Estado. “Mas o relatório ainda não está pronto”, antecipou, certo de que as chances de aprovação no Senado são “mínimas”.
PELOS DIREITOS HUMANOS
O deputado Coronel Meira (PL-PE) tem desempenhado um papel relevante na defesa dos presos do 8 de janeiro, quando ocorreu o quebra-quebra em Brasília. Em mais uma rodada de relatos de condenados pelo STF, Meira afirmou à coluna que o objetivo da subcomissão “é passar a limpo as denúncias de violações, ouvindo o relato das vítimas e encaminhando às autoridades nacionais e internacionais de direitos humanos a situação dessas pessoas”.
PENSE NISSO!
O que é decoro parlamentar? No Congresso brasileiro trata-se de uma linha tênue que costuma pender para o lado de quem tem mais votos: seja para cassar um mandato, seja para livrar o acusado.
O suposto crime, muitas vezes, é o de menos.
As duas Casas Legislativas estão cheias de exemplos de deputados e senadores que “escorregaram” nessa linha que separa o mandato do decoro — e seguem escrevendo as nossas leis. É tão subjetivo que, olhando de perto, quebra de decoro pode ser tudo.
Ou nada, dependendo de quem cometeu o suposto crime.
Pense nisso!
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