Debate da Rádio Jornal trouxe especialistas no setor para discutir futuro das pequenas e médias empresas e os desafios para o crescimento sustentável
Publicado em 07/02/2025 às 17:37
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As micro e pequenas empresas são responsáveis por 50% dos empregos formais no Brasil. Essa força empreendedora é decisiva no desenvolvimento econômico do País. O debate da Rádio Jornal desta sexta-feira (7) trouxe o tema ‘O futuro das pequenas e médias empresas e os desafios para o crescimento sustentável no País de Pernambuco’ para discutir com os convidados e os ouvintes.
Conduzido pela comunicadora Natalia Ribeiro, o debate contou com a participação dos convidados Tadeu Alencar, secretário executivo do Ministério do Empreendedorismo, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte; Murilo Guerra, superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Estado em Pernambuco (Sebrae PE) e Bernardo Peixoto, presidente do Sistema Fecomércio, Sesc e Senac em Pernambuco.
Tadeu Alencar destacou que apesar de sua importância na economia, o setor não vem sendo tratado com a devida importância historicamente no País, em função de uma estrutura burocrática que atrapalha o micro e pequeno. “Esse estado burocrático atinge os pequenos negócios e é devastador, porque não tem crédito, não tem políticas de qualificação, não tem um ambiente de acolhimento para esse empreendedor, que possa receber, orientar e dizer quais são os caminhos, as políticas públicas, os programas que existem para ajudar o setor”, destaca.
O secretário executivo diz que a decisão da gestão do presidente Lula de criar o Ministério do Empreendedorismo demonstra como o governo quer tratar esse ambiente, dialogando, ouvindo e acolhendo.
Alencar diz que com pouco tempo de criação, o ministério já conseguiu avançar com uma das principais demandas das micro e pequenas empresas, que é o crédito. “O Procrédito 360, em pouco mais de 6 meses, ele já contratou R$ 1,3 bilhão, atingindo quase 50.000 empresas no País. Ainda é pouco, mas em em tão pouco tempo, R$1,3 bilhão já mostra o quanto esse setor depende de um programa de crédito como esse”, afirma.
O superintendente do Sebrae pontua que outro desafio da micro e pequena empresa inovar e se capacitar. Conhecer o próprio negócio e o mercado. “O grande desafio da empresa, na verdade, é a inovação permanente. É inovação, é foco no cliente, é a mudança de paradigma. Nós vivemos hoje uma realidade diferente, na era do conhecimento. A pequena empresa precisa apostar em programas de desenvolvimento e capacitação. Elas precisam essencialmente de conhecimento. Eles têm que conhecer o mercado, eles têm que conhecer as potencialidades das suas empresas, ele têm que conhecer os seus propósitos. E transformar esses propósitos em ação de capacitação no seu negócio”, defende Guerra.
O presidente do Sistema Fecomércio traz outro problema do setor, que é a alta mortalidade. “Em 2023, criou-se 88.000 microempresas, mês fechou-se 63.000. Em 2024, abriu-se 96.000 e fechou-se 70.000. É uma mortalidade exagerada”, observa, pontuando a dificuldade dos impostos e dos juros para os pequenos e médios empresários.

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