As amostras positivas para doença são de duas crianças do sexo feminino: uma com 1 ano e outra com 3 anos, segundo a Secretaria Estadual de Saúde
Publicado em 17/01/2025 às 14:15
| Atualizado em 17/01/2025 às 14:58
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Pernambuco identifica os primeiros casos confirmados de 2025 do metapneumovírus humano (HMPV), responsável por causar um aumento no volume de infecções respiratórias na China. A divulgação foi feita, nesta quarta-feira (15), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE).
As amostras positivas para HMPV, analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE), são de duas meninas: uma tem 1 ano e 7 meses, e a outra tem 3 anos e 11 meses. Elas moram, respectivamente, no Recife e em Jaboatão dos Guararapes. As pacientes, que já tiveram alta hospitalar, tiveram sintomas como febre, tosse, desconforto respiratório e diarreia.
Em 2024, não foi registrado caso do metapneumovírus humano (HMPV) em Pernambuco, mas isso não significa que ele não tenha circulado no ano passado. “Pode ser apenas que não tenha sido detectado laboratorialmente”, diz o epidemiologista e sanitarista George Dimech, gerente do Núcleo de Vigilância e Respostas de Emergências em Saúde da SES-PE.
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Historicamente, o metapneumovírus humano causa maior número de adoecimentos no Estado a partir do mês de fevereiro, segundo George. Ainda é cedo para dizer como será a intensidade do HMPV neste ano, mas certamente “ele estará entre os vírus mais circulantes de 2025”.
O HMPV é um vírus respiratório que causa infecções nas vias respiratórias superiores e inferiores. No Brasil, foi identificado pela primeira vez em 2004. Desde então, o vírus tem sido monitorado como parte das atividades de vigilância epidemiológica do ministério, que inclui a coleta e análise de dados sobre doenças respiratórias.
Em Pernambuco, foram identificados 15 casos de HMPV em 2016; um caso em 2018; três casos em 2019; um caso em 2020; sete casos em 2021; 27 casos em 2022; 7 casos em 2023. Nos anos de 2017 e 2023, não foram detectadas amostras positivas para o metapneumovírus humano.
Especialistas têm afirmado que o HMPV não é uma “nova ameaça”, e sim uma doença respiratória já conhecida, apesar de pouco comentada.
O HMPV circula em vários países e, na maioria dos casos, apresenta sintomas leves (tosse, febre e congestão nasal). Eventualmente, ele pode evoluir para casos de síndrome respiratória aguda grave (srag), o que exige internamento.
O metapneumovírus humano tende a ser mais agressivo quando evolui para pneumonia, especialmente em crianças, idosos e pessoas imunocomprometidas.
HMPV: como tratar o metapneumovírus?
O vírus se espalha através de gotículas, contato próximo ou superfícies contaminadas. Atualmente, não existe terapia antiviral específica para tratar o HMPV, nem vacina para prevenir a doença.
“O uso de máscaras por pessoas com sintomas gripais e resfriados ajuda a diminuir a transmissão de todos os vírus respiratórios, inclusive o metapneumovírus”, destaca o coordenador-geral de Vigilância da Covid-19, Influenza e outros Vírus Respiratórios do Ministério da Saúde, Marcelo Gomes.
Nesse sentido, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda manter e fortalecer as medidas não farmacológicas já conhecidas pela população e que ajudam a controlar a transmissão do metapneumovírus:
- usar máscara de proteção facial se houver sintomas ou contato com pessoas doentes;
- manter os ambientes bem ventilados;
- cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar;
- higienizar as mãos;
- evitar tocar na área dos olhos, nariz ou boca.


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