Não são poucos os desafios, assim como, na mesma proporção, há um esforço conjunto em busca de soluções que garantam o crescimento do setor
Publicado em 29/11/2024 às 0:00
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O desenvolvimento econômico de Pernambuco passa, essencialmente, pelo crescimento da construção civil e, consequentemente, do mercado imobiliário em todo o Estado. A ampliação do acesso ao crédito por parte do setor, bem como de iniciativas locais que levem à desburocratização, com respeito à sustentabilidade e aplicação de novas tecnologias, tem a capacidade de transformar a realidade de vida das pessoas, sobretudo daquelas que ainda buscam realizar o sonho da casa própria.
A Coluna Metro Quadrado, deste Jornal do Commercio, reuniu a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco, Simone Nunes; o secretário de Política Urbana e Licenciamento do Recife, Jorge vieira; e o superintendente de redes da Caixa Econômica Federal em Pernambuco, Marcelo Maia, para passar a limpo o ano de 2024 para o setor da construção e as necessidades futuras e soluções viáveis.
Em Pernambuco não são poucos os desafios, assim como, na mesma proporção, há um esforço conjunto em busca de respostas que impliquem em melhorias para o setor. O governo do Estado tomou para si a responsabilidade de subsidiar a compra da casa própria para a maior fatia do déficit habitacional pernambucano. Famílias com renda de até dois salários mínimos agora já não sonham mais com a casa própria, elas realizam esse desejo e compram suas moradias. O Programa Morar Bem – Entrada Garantida tem orçado R$ 200 milhões até o fim deste ano para pagar a entrada dos financiamentos imobiliários – grande impeditivo à assinatura de contratos. Para o ano que se aproxima, os recursos já estão garantidos e soam como um incentivo à toda a cadeia construtiva.
A iniciativa da Secertaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação movimentou o setor ao ponto de Pernambuco não precisar devolver recursos ao FGTS. Agora, pelo contrário, já conta com mais um novo pedido de suplementação de R$ 1 bilhão do fundo para dar conta de tamanha demanda.
A Caixa Econômica Federal tem olhado com bons olhos o avanço dos empreendimentos residenciais mais populares. Por dia, a Caixa tem assinado 57 novos contratos, distribuindo R$ 14,1 milhões em financiamentos no Estado e fomentando a geração de empregos. Mais de 84 mil pessoas estão com casa nova em Pernambuco, graças a um investimento de R$ 5,1 bilhões.
Mais de 50% dos contratos da Caixa com recursos do FGTS atendem famílias com renda de até dois salários mínimos que, antes, em sua maioria, não tinham condições de arcar com o financiamento de um imóvel e pagamento de entrada.
A construção civil deu sinais vigorosos em 2024 em Pernambuco e caminha para um novo ano desafiador, com mais demandas por recursos que equalizem o tamanho da carência habitacional no Estado e novas legislações que abram espaço para construções sustentáveis, com equilíbrio entre a preservação do meio ambiente e do patrimônio histórico e a viabilidade econômica para os construtores.
O Recife tem buscado ser este exemplo. Uma nova Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo da capital pernambucana está sendo desenvolvida pela PCR em parceria com a escuta da sociedade. O desejo é de que o Recife democratize o acesso a áreas economicamente viáveis para a construção civil em toda a cidade. Além disso, os processos de regularização e licença seguem caminhos mais tecnológicos, poupando tempo e recursos preciosos para tirar novos projetos do papel.
Com trabalho integrado e esforços conjuntos entre o setor público e privado, Pernambuco tem tudo para seguir na vanguarda do desenvolvimento imobiliário, sendo referência para o Nordeste e para o Brasil.

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