Com a taxa estável na maioria dos estados, e queda registrada em sete, inclusive Pernambuco, o ambiente econômico esquenta para o final do ano
Publicado em 24/11/2024 às 0:00
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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE aponta que o terceiro trimestre do ano apresentou estabilidade no índice de desocupação no Brasil, na maioria dos estados. Mas em sete unidades da federação foram registrados recuos no desemprego, compondo importante condição de entrada para a estação aquecida dos últimos meses do ano, no período de alto consumo do Natal. Pernambuco se encontra nessa lista, que tem ainda a Bahia, onde o desemprego caiu mais (de 11,1% para 9,7%), Rondônia, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde o índice foi menor que 3%.
O menor desemprego do país está em Rondônia, com 2,1% no terceiro trimestre, enquanto a média nacional recuou de 6,9% para 6,4%, em resultado melhor que o mesmo período de 2023, quando era de 7,7%. Em Pernambuco, a desocupação figura como a maior do país, e ainda tem um longo caminho de redução pela frente. A taxa de desemprego continua bem acima da média nacional, apesar da constatação de queda: 10,5%, menos 2,7 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O volume de desempregados no estado é de quase 500 mil pessoas. Apesar do patamar que se mantém alto, trata-se do melhor indicador desde o final de 2015, quando o desemprego estava em 11,1%. Quase uma década mais tarde, a recuperação econômica pode estar, enfim, começando.
A população ocupada em Pernambuco se aproxima de 3,9 milhões de pessoas, com o crescimento de 6,5% em comparação ao mesmo período de 2023, num acréscimo de 235 mil indivíduos ao mercado de trabalho. Vale recordar que, no terceiro trimestre do ano passado, o desemprego no estado era superior a 13%. A melhoria é verificada em 13 estados, de lá para cá, que apresentam queda no desemprego no intervalo de doze meses. A informalidade no Brasil mostra-se estável, com destaque para a Bahia, onde mais da metade dos trabalhadores são informais.
Se na perspectiva nacional a realidade é francamente animadora, com um dos menores índices de desemprego e a perspectiva de aquecimento econômico para os próximos meses e anos, a conjuntura desnivelada revela os desafios de um país desigual. Como se pode ver no retrato da desocupação dos pernambucanos, em queda mas ainda precisando cair bastante, para que o nível de dinamismo da economia ganhe impulso e sustentabilidade. Daí a importância, por exemplo, da retomada da capacidade de empréstimos com o aval da União, e a injeção de alguns bilhões de reais em investimentos estruturadores para gerar empregos e dar mais fôlego ao ambiente de negócios. Assim como o país, porém numa escala maior pela desigualdade no estado, Pernambuco aguarda há muitos anos um ciclo prolongado de recuperação e crescimento econômico, capaz de mudar o quadro social deprimente, sobretudo na capital e na Região Metropolitana do Recife.
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