Estudo da UFMG mostra que 28% dos jovens apresentam níveis elevados; diagnóstico precoce é essencial para prevenir complicações cardiovasculares
JC
Publicado em 21/08/2025 às 21:35
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Cerca de 28% das crianças e adolescentes brasileiros possuem colesterol alto e 19,2% apresentam alterações no LDL, conhecido como “colesterol ruim”, segundo estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O distúrbio é considerado um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares — principal causa de morte no mundo — e pode ter origem genética ou estar relacionado ao estilo de vida.
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Qual a função do colesterol?
O colesterol é uma gordura essencial para várias funções do corpo, como a produção de hormônios, vitaminas e ácidos biliares responsáveis pela digestão. Os principais tipos são:
- LDL (colesterol ruim): favorece o acúmulo de placas nas artérias;
- HDL (colesterol bom): ajuda a remover o excesso de LDL;
- Triglicerídeos: armazenam a gordura excedente.
“Nosso corpo precisa do colesterol para viver, mas é fundamental que os níveis estejam regulados, principalmente em jovens”, explica a endocrinologista Daniele Zaninelli.
Colesterol alto em crianças é silencioso
Na maioria dos casos, o colesterol alto não apresenta sintomas. Quando os sinais aparecem, a doença já costuma estar avançada. Um dos indícios possíveis são os xantomas — pequenas bolinhas de gordura nas mãos ou cotovelos.
O distúrbio também está associado a hipertensão, obesidade e diabetes, embora possa atingir pessoas com peso saudável e bons hábitos. Nesses casos, a causa geralmente é genética, como na hipercolesterolemia familiar (HF), que não tem cura, mas pode ser controlada com tratamento precoce.
Exames laboratoriais detectam alterações
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, os exames para identificar o colesterol devem seguir estas etapas:
- 1ª coleta: aos 12 meses de vida;
- Repetições: aos 2 e 5 anos;
- Avaliação completa: por volta dos 10 anos, com o perfil lipídico (colesterol total, LDL, HDL e triglicerídeos).
“O exame de sangue é a única forma de detectar o problema e ajuda a calcular o risco de complicações futuras”, ressalta Daniele. Em famílias com histórico da doença ou em casos de sintomas, o acompanhamento deve ser feito mais cedo e de forma personalizada.
Tratamento depende da avaliação médica
Com os resultados em mãos, o médico define a melhor estratégia. Em muitos casos, mudanças no estilo de vida — como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, manutenção do peso saudável e abandono do tabagismo — já são suficientes. Para quadros mais graves ou genéticos, pode ser necessária a prescrição de medicamentos.



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