Será a primeira vez que o petista estará no mesmo ambiente que Trump, desde que o Republicano voltou à Casa Branca neste ano. Lula deve dar recado
Estadão Conteúdo
Publicado em 21/09/2025 às 18:48
| Atualizado em 21/09/2025 às 22:47
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Nova York neste domingo (21) para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). O avião presidencial pousou ao Aeroporto Internacional JFK às 17h57. Lula veio acompanhado de uma comitiva mais enxuta do que de costume, com quatro ministros de Estado.
Nos últimos dias, houve duas baixas: Fernando Haddad (Fazenda) decidiu ficar no País para tratar de propostas no Congresso, como a isenção do IR. Alexandre Padilha (Saúde) desistiu de vir por restrições de circulação nos EUA impostas por Trump. Outros nomes que tinham previsão de vir também mudaram os planos, segundo a Presidência. Entre eles os ministros Sidônio Palmeira (Secom), Esther Dweck (Gestão) e Jader Filho (Cidades). Já estão na cidade a ministra Marina Silva (Meio Ambiente) e o ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores).
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, chegou previamente a Nova York e participou de atividades em nome do governo e circulou pela cidade. Lula e Janja vão se hospedar na residência oficial do Brasil, onde mora o representante permanente do Brasil perante a ONU, embaixador Sérgio Danese.
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Esta é a primeira viagem de Lula aos Estados Unidos no auge da crise com o governo Donald Trump. Ele não tem previsão de se reunir com Trump para discutir o tarifaço e divergências políticas. A viagem coincide com o período em que o Departamento de Estado promete novas medidas de punição ao Brasil após a condenação de Jair Bolsonaro.
Será a primeira vez que o petista estará no mesmo ambiente que Trump, desde que o Republicano voltou à Casa Branca neste ano. O presidente deve aproveitar a audiência global ONU para dar um recado ao norte-americano em discurso. A ideia é defender a soberania, democracia e multilateralismo.
O tom a ser usado pelo brasileiro deve ser, contudo, mais ameno do que aquele adotado em um palanque eleitoral, evitando ataques diretos ao chefe da Casa Branca, apesar da atual crise entre os dois países. Lula deve defender o reconhecimento do Estado da Palestina, tema recorrente em seus discursos desde o início do conflito na Faixa de Gaza. Também deverá reiterar a necessidade de uma solução pacífica para a guerra na Ucrânia, posicionamento que mantém desde o início do mandato.
Zelensky
O governo brasileiro tem interesse em uma reunião bilateral de Lula com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em Nova York na próxima semana, apurou o Broadcast Político.
Há alguns entraves principais para que a reunião aconteça, apesar de fontes do governo brasileiro dizerem que o interesse na reunião é mútuo – tanto por parte da Ucrânia, que fez o pedido, quanto por parte do Brasil. O primeiro deles é que Zelensky, por motivos de segurança, compartilha poucos detalhes sobre sua agenda, o que dificulta essa definição.
Por outro lado, o Brasil afirma ter recebido cerca de 30 pedidos de reuniões bilaterais. A definição só deve ocorrer por parte da equipe de Lula de domingo, 21, para segunda-feira, 22. Por questões que são de praxe da diplomacia, as confirmações são feitas com pouca antecedência, de modo a deixar uma brecha para avaliar pedidos de última hora que podem ser mais urgentes, por exemplo.


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