Além da inflação, o presidente Lula voltou a criticar a antiga gestão do Banco Central (BC): “deixou uma arapuca” na autoridade monetária
Publicado em 06/02/2025 às 9:35
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) repetiu, nesta quinta-feira (6), que a inflação nos seus dois primeiros anos de governo foi menor que no governo de Jair Bolsonaro, seja nos primeiros dois anos ou nos dois últimos. Defendeu, ainda, que o preço dos alimentos sejam reduzidos.
“Na medida em que a gente aumenta o salário mínimo acima da inflação, aumenta a massa salarial, precisamos compensar com uma redução do preço dos alimentos. Se comparar a inflação dos últimos dois anos, de 7,6%, e com os dois primeiros anos do Bolsonaro, de 27,4%. Nos últimos dois anos do Bolsonaro, foi 22%. Nós estamos trabalhando, conversando com empresários, usando a competência da Fazenda, da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário”, declarou.
Lula concedeu entrevista às rádios Metrópole e Sociedade, da Bahia, nesta quinta-feira. O presidente da República defendeu que o agronegócio brasileiro produza mais alimentos para que o preço da comida seja barateado. Negou qualquer possibilidade de fazer um congelamento de preços para evitar novos aumentos dos alimentos.
“Temos que ver o que fazer para garantir que a cesta básica caiba no orçamento do povo com certa flexibilidade”, disse o presidente.
Lula disse estar “trabalhando com muito afinco para solucionar o preço dos alimentos” e adiantou que na próxima semana terá reunião com produtores de carne e de arroz para discutir o assunto. “Comida barata na mesa do trabalhador é algo que estamos perseguindo.”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar a antiga gestão do Banco Central (BC), de Roberto Campos Neto, que, segundo o presidente da República, “deixou uma arapuca” na autoridade monetária com novos aumentos da taxa de juros já previstos para este ano.
“O problema sério é que tivemos um aumento do dólar porque a gente teve um Banco Central totalmente irresponsável, que deixou uma arapuca que a gente não pode desmontar de uma hora para a outra. A gente não pode dar um cavalo de pau em um navio do tamanho do Brasil”, disse Lula, poupando o novo presidente do BC, Gabriel Galípolo, de qualquer crítica.
Lula concedeu entrevista às rádios Metrópole e Sociedade, da Bahia, nesta quinta-feira, 6. “Acho que o aumento do dólar mostra que as loucuras que estava acontecendo nos EUA durante a campanha eleitoral contribuíram muito para a alta e agora ele começa a se ajustar. Ele se ajustando, acho que os produtos vão ficar mais aqui, povo vai produzir mais e com mais qualidade, e estou convencido de que a gente vai resolver este problema logo logo”, afirmou.
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