Bancada de Pernambuco, menos da metade dos 25 deputados e três senadores, estiveram no Planalto. O prefeito João Campos (PSB) apareceu na foto
Romoaldo de Souza
Publicado em 16/12/2025 às 21:31
| Atualizado em 16/12/2025 às 22:53
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NÃO CHAMEM DE METRÔ
Antes tarde do que nunca. Não é assim o ditado popular? O presidente Lula da Silva (PT), já no terceiro ano do seu terceiro mandato, reconheceu que o metrô do Recife “não pode ser chamado de metrô”. Para “garantir o direito de ir e vir”, o presidente prometeu melhorias no sistema: “O governo federal não faltará com a palavra dada ao estado de Pernambuco. Nós temos interesse de atender para que o metrô de Recife valha a pena ser chamado de metrô”.
É PARA COMEMORAR
A governadora Raquel Lyra (PSD) disse que o objetivo, com a melhoria do metrô, é “transformar a região metropolitana, que é a segunda mais vulnerável do Brasil, com extrema pobreza, em um local mais próspero”.
PARAÍBA, SIM SENHOR!
O ministro chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse que o metrô do Recife é tão importante para os moradores da capital e da Região Metropolitana, que “do jeito que está hoje”, que a concessão é a melhor alternativa para “a solução definitiva do transporte daquele povo que passa horas e horas para tentar chegar de um lugar ao outro”. Segundo o ministro, “quem trabalha ali na parte Norte prefere hoje morar na Paraíba porque chega em casa mais rápido do que se resolvesse morar em Recife, por incrível que pareça”.
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BATEU FUNDO
O deputado Túlio Gadelha (Rede-PE) até reconhece que “era necessária uma solução”, mas ele admite que “em nenhum lugar do mundo o sistema metroviário é superavitário, exceto em Tóquio [Japão] e teme que “a iniciativa privada entrando, o que preocupa é o preço da passagem e as condições que ela vai prestar esse serviço.”
DUPLO EMPAREDAMENTO
Nem o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) nem o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) – nenhum dos dois – compareceu à solenidade do Planalto para discutir o combate à violência contra mulheres. “Eu os convidei”, disse Lula. Ao lado do ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e da ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula disse que “O problema da violência contra a mulher e do feminicídio é uma questão mais nossa, dos homens, do que das mulheres” – Ou seja, segundo Lula, as mulheres têm uma certa parcela de culpa.
COMO XANDÃO GOSTA
Deputados do PL continuam decepcionados com Hugo Motta que, de uma hora para outra, “sem consultar ninguém”, nem mesmo o colégio de líderes, decidiu que a Mesa Diretora vai cassar o mandato do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), exilado nos Estados Unidos. O parlamentar bolsonarista foi condenado a 16 anos por envolvimento na chamada trama golpista e desde novembro está ausente da Casa. Com isso, “ele baixa a temperatura, mas enfraquece a Câmara diante do Judiciário”, reclamou o líder do partido, Sóstenes Cavalcanti (RJ).
SÓ NO ANO QUE VEM
Sacramentado o rito – sem passar pelo plenário – a decisão da Mesa somente será tomada em 2026. Primeiro porque não há faltas suficientes para tirar-lhe o mandato e depois, porque a decisão no STF não está totalmente consolidada.
CELULAR VOADOR
Chamado de Antônio Doido, que de doido não tem nada, o deputado Antônio Leocádio dos Santos (MDB-PA), investigado pela Polícia Federal no esquema de desvio de emendas parlamentares do Orçamento da União, ontem foi alvo da operação Igapó e quando os agentes chegaram em seu apartamento funcional, na Asa Norte, em Brasília, ele jogou pela janela dois telefones celulares. Os aparelhos caíram intactos no gramado verde e logo foram resgatados pelos agentes.
PENSE NISSO!
E o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é bom de voto. Claro que o que fortalece sua aventura rumo ao Palácio do Planalto é o sobrenome herdado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), desde 30 de abril de 1981.
Você pode até achar que o filho ’01’ tem jeito de “cavalo paraguaio”, sonha como um “cavalo paraguaio”, mas tem o sobrenome do pai e, se tiver a união da direita, adeus reeleição de Lula.
– Isso ainda vai dar o que falar e muita água vai passar por baixo da ponte – argumenta o líder do PT, deputado Lindberg Farias (RJ).
Não deixa de ser verdadeira a análise do petista, embora a pesquisa Quaest aponte que Flávio está com 36% das intenções de voto, com uma ou outra variação.
O pesquisador Maurício Garcia analisa que “num eventual segundo turno, todos emeaçam Lula e podem tirar a reeleição dele. No primeiro Flávio não faz feio, mas a pergunta de potencial de voto mostra que ele não terá fôlego pra chegar bem num segundo turno”.
Pense nisso!
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