O Supremo Tribunal Federal assumirá o julgamento dos acusados de golpe envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e 33 outros denunciados
Publicado em 19/02/2025 às 15:31
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro e outras 33 pessoas denunciadas pela PGR, no inquérito do golpe, terão direito à presunção de inocência e cabe ao Supremo Tribunal Federal (STF) julgar os acontecimentos.
Lula evitou comentar sobre o assunto e disse que a decisão é da Procuradoria-Geral da República: “Não vou comentar processo que está na justiça”.
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“A única coisa que eu posso dizer é que, neste país, no tempo em que eu governo o Brasil, todas as pessoas têm direito à presunção de inocência.
Se eles provarem que não tentaram dar golpe, e se eles provarem que não tentaram matar o presidente, o vice-presidente e o presidente do Superior Tribunal Eleitoral, eles ficarão livres e serão cidadãos que poderão transitar pelo Brasil inteiro”, disse Lula em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (19).
A cerimônia foi acompanhada pelo primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro.
“Se na hora que o juiz for julgar, chegar à conclusão que eles são culpados, eles terão que pagar pelo que cometeram. Portanto, é apenas um indiciamento”, complementou Lula. “O processo agora vai para a Suprema Corte e eles terão todo o direito de se defender. Não posso comentar decisão da PGR mais que isso.”
Veja também: Lula diz que Bolsonaro e denunciados pela PGR terão ‘direito à presunção de inocência’
Lula explicou ainda que, se o juiz concluir pela culpa durante o julgamento, os envolvidos terão que pagar pelas ações. “O processo agora vai para a Suprema Corte, e eles terão todo o direito de se defender”, acrescentou. O presidente ressaltou que, no momento, trata-se apenas de um indiciamento e que não poderia comentar mais sobre a decisão da PGR.
A denúncia, apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, no dia 18 de fevereiro, acusa Bolsonaro e outras 33 pessoas (sendo 23 militares) de envolvimento na tentativa de golpe. Após analisar as provas reunidas pela Polícia Federal, Gonet concluiu que Bolsonaro não só tinha conhecimento do plano, mas também liderou as articulações para a realização do golpe de Estado. Caso seja condenado, o ex-presidente pode enfrentar mais de 43 anos de prisão.
(IMAGEM: TV – CANAL GOV)
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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, denunciou nesta terça-feira, 18, Bolsonaro e outras 33 pessoas no inquérito do golpe (23 são militares).
Após analisar as provas reunidas pela Polícia Federal (PF), que indiciou o ex-presidente, Gonet concluiu que Bolsonaro não apenas tinha conhecimento do plano golpista como liderou as articulações para dar um golpe de Estado. Se for condenado, o ex-presidente pode pegar mais de 43 anos de prisão.



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