Lembre músicas de Preta Gil, que marcou a indústria fonográfica do país

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Lembre músicas de Preta Gil, que marcou a indústria fonográfica do país


Preta Gil, cantora, empresária e apresentadora, morreu neste domingo (20), aos 50 anos. Filha de Gilberto Gil, a artista foi um dos nomes mais populares da música e do mercado fonográfico nos últimos 30 anos, graças ao talento para emplacar hits —fossem os próprios ou o de colegas, que produzia e apoiava nos bastidores.

Ela começou a carreira como produtora musical aos 16 anos, mas só foi para a frente dos microfones em 2003, quando lançou o disco “Prét-A-Porter”. O projeto, elaborado com outros herdeiros da MPB, causou rebuliço na mídia ao estampar Preta Gil nua. Depois disso, ela realizou mais três álbuns entre 2005 e 2017, além de dois discos ao vivo nos anos 2010.

Relembre, a seguir, alguns dos principais sucessos da cantora.

‘Sinais de Fogo’ (2003)

O primeiro e o principal hit da carreira de Preta Gil liderou o álbum seminal da cantora, “Prét-A-Porter”. Em meio à polêmica da nudez da artista na capa, a faixa escrita por Ana Carolina e Antonio Villeroy encontrou os ouvidos do público brasileiro. Até o fim de sua vida, “Sinais de Fogo” foi o carro-chefe dos shows da cantora.

‘Espelhos d’Água’ (2003)

Última canção listada em “Prét-A-Porter”, a faixa foi o outro grande hit de Preta Gil em sua primeira aventura como cantora. A letra romântica se alinha com a sonoridade melódica que é característica da artista na época.

‘Batom’ (2012)

Principal faixa do disco “Sou Como Sou”, o segundo de estúdio da artista, “Batom” é mais um sucesso de Preta Gil que conta com composição de Ana Carolina, dessa vez em parceria de Diana Tejera e Chiara Civello.

‘Decote’ (2017)

A faixa com colaboração de Pabllo Vittar foi o carro-chefe de “Todas as Cores”, o terceiro disco de estúdio da artista. No lançamento, Preta Gil definiu a canção como um samba de batida eletrônica, elaborado pelas cantoras em parceria com os compositores Pablo Bispo, Rodrigo Gorky e Yuri Drummond.

‘Vá Se Benzer’ (2017)

Ao lado de Gal Costa, sua madrinha, Preta Gil lançou uma parceria que ampliou sua coleção de letras poderosas, abraçadas especialmente por grupos minorizados. Um “clipe-manifesto”, o vídeo que a acompanha é uma crítica ao ódio destilado por aqueles que carregam preconceitos e intolerância.

‘Só o Amor’ (2019)

Feita em parceria com Gloria Groove para a novela “A Dona do Pedaço”, “Só o Amor” destaca os desafios da mulher transexual na sociedade brasileira contemporânea. A canção também voltou a consolidar a posição de Preta Gil como defensora dos direitos LGBTQIA+.

‘Meu Xodó’ (2021)

A canção foi concebida por Preta Gil e seu filho, Francisco, durante a pandemia de Covid-19. Em entrevistas, a cantora diz que vivia um momento de afastamento da música, mas que se viu estimulada pelo herdeiro a compor depois de os dois realizarem lives juntos nas redes sociais. A música foi definida por Preta Gil na época como um afoxé funk e destacava Francisco, que começava então a sua carreira solo.



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