Roberto Farias Thomaz fazia uma trilha no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba, e foi achado nesta quinta-feira (5)
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Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, que havia desaparecido na quinta-feira, dia 1º, quando fazia uma trilha no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba, foi encontrado nesta segunda-feira (5) com vida, após conseguir chegar caminhando a uma fazenda em Antonina, no litoral, para pedir ajuda. “Foi Deus. Se você vir meu estado, não acredita”, afirmou o rapaz em um vídeo divulgado pela família nas redes sociais. Uma irmã, Renata Farias, gravou a conversa por chamada de vídeo, enquanto ele estava na fazenda.
Desde o desaparecimento, o Corpo de Bombeiros do Paraná realizava buscas na região. Segundo a corporação, ele percorreu mais de 20 km em áreas de mata fechada e relevo íngreme. Da fazenda onde foi localizado, que pertence à empresa de geração de energia CGH Cacatu, ele foi levado ao Hospital Municipal de Antonina.
“Estou cheio de roxos no corpo e com várias escoriações”, diz o jovem no vídeo publicado pela irmã. Ele também conta que perdeu os óculos e as botas, mas que passa bem.
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Ele chegou a saltar de uma cachoeira de 20 metros de altura, considerada intransponível pelas equipes do Corpo de Bombeiros. Esse local, historicamente, marca o ponto onde outras buscas por desaparecidos costumam terminar. A informação foi confirmada ao Estadão pelo tenente-coronel Ícaro Gabriel, comandante do Grupo de Operações de Socorro Tático, que coordenou as buscas no ponto mais alto do Sul do País, com 1.887 metros.
Segundo ele, o salto aconteceu já no primeiro dia de desaparecimento e foi determinante para que Roberto conseguisse avançar dezenas de quilômetros pela mata até chegar a uma fazenda na região de Antonina, no litoral do Paraná. “Existe uma cachoeira grande ali e nosso pessoal atingiu esse local de madrugada.
Fizemos rapel, subimos, e sempre foi uma barreira que consideramos intransponível para uma pessoa chegar viva. Ele informou no depoimento que saltou daquela cachoeira. Para nós, parecia algo impossível”, afirmou o comandante.
“Ele disse que estava escuro, mas imaginou que fosse fundo. Dizia: ‘Deus me protege’. E pulou. Na correnteza, perdeu a bota, se machucou bastante, mas conseguiu se segurar numa pedra”, relatou Renata. Depois do salto, Roberto seguiu o leito do Rio Cacatu.
ACOMPANHADO
Antes de se perder, Thomaz estava com a amiga Thayane Smith Moraes, da mesma idade, que fez publicações nas redes sociais relatando parte do trajeto. Os dois se separaram no caminho de volta, após ela decidir acompanhar um grupo de corredores.
Segundo relato feito à família, ele escorregou em um trecho íngreme e não conseguiu mais retornar. A partir desse momento, passou a descer pela encosta, entrando em uma área de mata fechada e extremamente acidentada, fora do traçado usual das trilhas. “Depois de uma descida, tinha um lugar com sinalização, e ele seguiu o lado errado”, contou a irmã ao Estadão.
Em entrevista à TV Ric Record na sexta-feira, Thayane admitiu ter errado ao deixar o amigo sozinho. Por causa da entrevista, a jovem recebeu críticas nas redes sociais e virou alvo de perfis fake.
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