Ministro da Defesa defendeu “dosimetria” no julgamento dos envolvidos no 8 de janeiro e vê “fosso” na relação entre setores da sociedade e militares
Publicado em 11/02/2025 às 0:42
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Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira (10), o ministro da Defesa do Governo Federal, José Múcio Monteiro, defendeu uma mudança na relação entre a sociedade e os militares, afirmando que o país precisa sair do revanchismo e precisa passar por uma “pacificação”.
Múcio também falou sobre as investigações dos ataques de 8 de janeiro. O ministro afirmou que aguarda os relatórios da CPMI que investiga o caso, destacando que “ninguém deseja mais” os relatórios do que o ministério da Defesa e os comandantes das Forças Armadas.
“Estamos na expectativa desses dois relatórios. Ninguém deseja mais esse relatório do que nós da defesa, eu e os comandantes. Nós precisamos encontrar verdadeiramente os culpados, para que eles sejam julgados e punidos”, disse.
Para Múcio, os relatórios vão “tirar essa nuvem de suspeição” em torno do ocorrido. Ainda de acordo com o ministro, a identificação dos culpados, bem como as devidas punições, seriam “a melhor coisa” para os militares.
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“O pessoal não comemora o dia 8? Eu quero comemorar é essa data [da entrega dos relatórios], é quando as coisas vão se tornar claras, porque nós vamos tirar essa nuvem de suspeição que paira sobre todas as pessoas, a grande maioria das pessoas. […] Para os militares, a melhor coisa que vai acontecer, por maior que seja o constrangimento, é que os culpados verdadeiros sejam identificados e que sejam punidos”, afirmou.
Mucio também defendeu “dosimetria” no julgamento dos envolvidos, a partir da identificação por parte dos relatórios da CPMI. Para o ministro, é preciso separar as pessoas que estavam no dia dos ataques, entre os que estavam para realizar os ataques e os que estariam apenas a passeio ou por curiosidade.
“Eles precisam pagar. Agora, o que eu defendo é que está na justiça, é uma dosimetria, é simples.”
Mucio enfatizou que o país precisa ser pacificado, ao apontar que existe um “revanchismo” em relação aos militares, por parte da sociedade e dentro da política. De acordo com o ministro, criou-se um “fosse” entre setores da sociedade e os militares.
“Esse país precisa ser pacificado. Ninguém aguenta mais esse radicalismo. A gente vive atrás de culpados. Estamos precisando procurar quem resolve os problemas, quem ajude a resolver os problemas”, enfatizou.
O ministro complementou, afirmando que o país só avançará e será pacificado quando o “revanchismo político” for colocado de lado.
“A gente precisa acreditar nesse país, olhar para frente. Que nós façamos as correções necessárias ao passado. A gente precisa olhar para frente, precisa tocar as coisas. Quando houve o golpe de 64, esses militares tinham 3 anos, 4, 5 de idade. A gente vai ficar nisso? Até quando nós vamos ficar nisso? Nós precisamos pacificar esse país, mas só pacificaremos esse país quando colocarmos ao lado esse revanchismo político”, complementou.

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