João Campos comenta decisão de Gilmar: ‘PF investigará polícia paralela do governo de Pernambuco’

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João Campos comenta decisão de Gilmar: ‘PF investigará polícia paralela do governo de Pernambuco’



Após críticas feitas ao longo da semana, prefeito comenta decisão de Gilmar Mendes que suspendeu apuração do MPPE e determinou investigação da PF

Por

JC


Publicado em 31/01/2026 às 22:04
| Atualizado em 31/01/2026 às 23:22

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O prefeito do Recife, João Campos (PSB), comentou na noite deste sábado (31) a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou à Polícia Federal a investigação de suposto monitoramento indevido de servidores e suspendeu apuração conduzida pelo Ministério Público estadual contra secretárias municipais.

A decisão de Gilmar Mendes ocorreu após reportagens da imprensa nacional revelarem que o secretário municipal de Articulação Política e Social, Gustavo Queiroz Monteiro, e seu irmão, Eduardo Monteiro, foram seguidos, fotografados e tiveram um rastreador instalado no carro oficial da prefeitura entre agosto e outubro de 2025 – tudo sem abertura formal de inquérito.

Ao comentar o caso, João Campos afirmou que parte da Polícia Civil foi utilizada para fins políticos e eleitorais e criticou a ausência de qualquer procedimento formal.

“Parte da Polícia Civil sendo utilizada para fins eleitorais e políticos. Sem BO, sem inquérito, carro oficial sendo rastreado, servidores sendo seguidos, tudo de forma clandestina e criminosa. Isso é inaceitável”, disse o prefeito.

João Campos afirmou que a decisão do STF mostra que a Justiça está agindo e disse confiar no trabalho da Polícia Federal para esclarecer os fatos.

“Tenho certeza de que a PF fará um trabalho sério para que isso nunca mais se repita em Pernambuco e no Brasil. Nosso Estado é maior do que isso, e o povo pernambucano não tolera perseguição como essa.”

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Alessandro Carvalho, confirmou que houve uma apuração preliminar feita por um grupo de inteligência da Polícia Civil, motivada por denúncia anônima de suposta propina envolvendo os irmãos Monteiro. Apesar disto, não houve abertura de inquérito policial.





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