Fica no Parque das Nações, o belíssimo local que transformou uma área totalmente degradada em um dos espaços de sucesso em Lisboa…
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LISBOA: Estive pela primeira vez no Oceanário de Lisboa em 1998, quando visitei a Feira Mundial realizada na capital portuguesa. Fiquei deslumbrado com sua beleza e voltei várias vezes ao local. Como agora, na minha mais recente visita a Lisboa. Não sem razão, é o equipamento cultural mais visitado de Portugal, e também um dos mais incríveis em todo o mundo. É uma experiência em que a realidade se mistura de forma fantástica com a fantasia. Já foi eleito, em várias pesquisas, o melhor oceanário do mundo. Desde sua abertura, já foi visitado por 30 milhões de visitantes de 185 países do mundo. Muitos brasileiros, evidentemente.
Fica no Parque das Nações, o belíssimo local que transformou uma área totalmente degradada em um dos espaços de sucesso em Lisboa, com muitas residências e restaurantes e o Shopping Vasco da Gama. O acesso ao Parque das Nações pode ser feito pelo Metrô, na Estação Oriente, como é chamado todo o bairro.
O ingresso pode ser comprado pela internet, para fugir das filas que, em alguns horários, são grandes. Custa 22 euros (R$ 135), 17 euros (R$ 100) para os maiores de 65 anos e 15 euros (R$ 90) para crianças entre 3 e 12 anos. Existe um preço que combina com um passeio pelo teleférico do Parque das Nações.
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Reúne oito mil animais e plantas de mais de 500 espécies, trazidas de várias partes do mundo, do Brasil inclusive. O Oceanário é composto por cinco “habitats” principais: um grande aquário central, que representa o oceano global e quatro aquários contíguos que representam a interação Terra/Mar em cada um dos quatro oceanos: Atlântico, Antártico, Pacífico e Índico.
O aquário principal tem o tamanho de quatro piscinas olímpicas juntas. Tem cinco milhões de litros de água salgada e representa o Oceano Global. É impressionante observar os tubarões, barracudas, raias e peixes tropicais que passam bem à nossa frente. A visita desenrola-se em dois níveis, o terrestre e o subaquático, atravessando as águas temperadas, tropicais e frias dos diferentes oceanos do planeta.
Segundo maior do planeta, o Oceanário de Lisboa tem 30 aquários e mais de 500 espécies de vida marinha de todo o mundo, que ficam distribuídas em mais de 22 mil metros quadrados. Além do passeio, que pode ser guiado, mediante reserva (também há audioguias disponíveis), outra atividade possível é assistir à alimentação dos animais. Nos “habitats”, dá para ver os biólogos dando comida ao batalhão aquático todos os dias, em vários horários.
Os cenários que o visitante encontra são deslumbrantes. Espécies de peixes que não se pode nem imaginar. Claro que ninguém perde a oportunidade de fotografá-los, para sempre lembrar da visita. Os mais fotografados, pelo que observei, são os pinguins e os tubarões. Certamente, por falta de espaço, o oceanário não tem baleias.
Como todo museu, a visita termina numa loja onde podem ser comprados dezenas de produtos ligados ao mar. Os mais vendidos: os bonequinhos de pinguins e do mascote do Oceanário: Vasco, um super-herói defensor dos oceanos, criado para homenagear o navegador português Vasco da Gama, e que também é um acrônimo para “Vamos Ajudar a Salvar e Conservar os Oceanos.”
João Alberto Martins Sobral, editor da coluna João Alberto no Social 1
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